Subliminar
Se há vida no silencio porque tanta omissão?
O mundo age escandaloso
Mas continua sem solução.
No deserto do coração não existe oásis, não
Nem paraíso pra reflexão (Então);
Quem reza pelas crianças do Camboja
E pelas favelas que se espalham por ai
Quem é que luta pelo salário de fome,
E aqueles que não comem seguem a se (reproduzir)
Se há democracia porque tanta decepção?
Quem tem direito e luta pelos direitos? Ah, essa não!
Oceanos de distancia entre justiça e a justiça
Até a hora do cara eleito...
Daí não tem mais jeito (Então);
E você não tem noção até que acontece com você
Uma bala perdida, uma filha viciada, prostituída,
Alguém que você ama muito
Saiu de casa (não voltará jamais)
E você continua fascinado pela grana,
Pela sensação de poder,
Pela liberdade de comprar.
E se esquece de amar quem ama (você).
Por quê? Se já não tem pra onde ir
Não tem onde se esconder
Olha no espelho e vê!
Subliminal
Si hay vida en el silencio, ¿por qué tanta omisión?
El mundo actúa escandaloso
Pero sigue sin solución.
En el desierto del corazón no hay oasis, no
Ni paraíso para reflexionar (Entonces);
¿Quién reza por los niños de Camboya
Y por las favelas que se extienden por ahí?
¿Quién lucha por el salario de hambre,
Y aquellos que no comen siguen reproduciéndose?
Si hay democracia, ¿por qué tanta decepción?
¿Quién tiene derecho y lucha por los derechos? ¡Ah, eso no!
Océanos de distancia entre justicia y la justicia
Hasta la hora del tipo elegido...
Entonces ya no hay vuelta atrás;
Y no tienes idea hasta que te sucede a ti
Una bala perdida, una hija adicta, prostituida,
Alguien a quien amas mucho
Se fue de casa (no volverá jamás)
Y sigues fascinado por el dinero,
Por la sensación de poder,
Por la libertad de comprar.
Y olvidas amar a quien te ama (a ti).
¿Por qué? Si ya no hay a dónde ir
No hay dónde esconderse
¡Mira en el espejo y ve!
Escrita por: P.cassiano, Netho