Então eu vi
Mais uma vez admirado com essa condição
Sofrendo tanto calado sem voz e opinião
Vivo num solo amargo de calor tão embaçado
Com gente tão inocente que espera paz evidente
Observando sua vida eu pude deduzir,
Como seria a redenção poder evoluir,
A sua mão calejada também sua vista cansada
Dignidade testada numa nação tão errada
Então eu vi!o medo de um povo atrelado à ilusões
Que não sabemos definir
Então eu vi! toda malevolência de quem pensa que controla
Mas não sabe decidir
Então eu vi! o riso da criança contrastado com a pobreza que
Temos que dividir
Então eu vi! senhoras tão velhas rezando por dias melhores,
E para o mau se extinguir
A ignorância nas esquinas posso escutar,
E de repente nas mentiras posso caminhar
Localidade perdida, talvez até esquecida,
Pela letal crueldade que fere a sociedade
Muitos duvidam do amanhã que podem construir
Pois falta força e reação para poder unir,
Sua confiança abalada com a resistência quebrada
Pelo sistema safado, implantado e mal-explicado
Então eu vi!o medo de um povo atrelado à ilusões
Que não sabemos definir
Então eu vi! toda malevolência de quem pensa que controla
Mas não sabe decidir
Então eu vi! o riso da criança contrastado com a pobreza que
Temos que dividir
Então eu vi! senhoras tão velhas rezando por dias melhores,
E para o mau se extinguir
Portas se fecham para o mundo que sonhei,
A força para abrir está na fé que conquistei
E para aqueles que falaram que a miséria reina aqui
Não conhecem a cultura que fazemos explodir
Pra que mentir sobre o destino, não sou menino,
Eu não sou besta como o povo que se engana de novo
A persistência faz crescer minha sinceridade,
E nessa luta eu chamo todos pra mostrar a verdade
Então eu vi!o medo de um povo atrelado à ilusões
Que não sabemos definir
Então eu vi! toda malevolência de quem pensa que controla
Mas não sabe decidir
Então eu vi! o riso da criança contrastado com a pobreza que
Temos que dividir
Então eu vi! senhoras tão velhas rezando por dias melhores,
E para o mau se extinguir
Medina, vale do jequitinhonha, minas gerais, brasil!
Isso é medina, vale do jequitinhonha, minas gerais, brasil!
Entonces vi
Una vez más asombrado por esta condición
Sufriendo en silencio sin voz ni opinión
Viviendo en un suelo amargo de calor tan sofocante
Con gente tan inocente que espera paz evidente
Observando su vida pude deducir,
Cómo sería la redención al poder evolucionar,
Su mano callosa y su vista cansada también
Dignidad puesta a prueba en una nación tan equivocada
¡Entonces vi! el miedo de un pueblo atado a ilusiones
Que no sabemos definir
¡Entonces vi! toda la maldad de quienes creen controlar
Pero no saben decidir
¡Entonces vi! la risa de un niño contrastada con la pobreza que
Debemos compartir
¡Entonces vi! señoras ancianas rezando por días mejores,
Y para que el mal se extinga
La ignorancia en las esquinas puedo escuchar,
Y de repente en las mentiras puedo caminar
Localidad perdida, quizás olvidada,
Por la cruel letalidad que hiere a la sociedad
Muchos dudan del mañana que pueden construir
Pues falta fuerza y reacción para poder unir,
Su confianza sacudida con la resistencia quebrada
Por el sistema corrupto, implantado y mal explicado
¡Entonces vi! el miedo de un pueblo atado a ilusiones
Que no sabemos definir
¡Entonces vi! toda la maldad de quienes creen controlar
Pero no saben decidir
¡Entonces vi! la risa de un niño contrastada con la pobreza que
Debemos compartir
¡Entonces vi! señoras ancianas rezando por días mejores,
Y para que el mal se extinga
Las puertas se cierran al mundo que soñé,
La fuerza para abrirlas está en la fe que conquisté
Y para aquellos que dijeron que la miseria reina aquí
No conocen la cultura que hacemos florecer
Para qué mentir sobre el destino, no soy un niño,
No soy tonto como la gente que se engaña de nuevo
La persistencia hace crecer mi sinceridad,
Y en esta lucha llamo a todos a mostrar la verdad
¡Entonces vi! el miedo de un pueblo atado a ilusiones
Que no sabemos definir
¡Entonces vi! toda la maldad de quienes creen controlar
Pero no saben decidir
¡Entonces vi! la risa de un niño contrastada con la pobreza que
Debemos compartir
¡Entonces vi! señoras ancianas rezando por días mejores,
Y para que el mal se extinga
¡Medina, valle del Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil!
¡Esto es Medina, valle del Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil!
Escrita por: Aderbal S. PAcheco Júnior