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Estos Tiempos

Banda Provisório

Esses Tempos

Esse tempo já está tragado pela ilusão, esses versos já não prosam
Despedindo dessas dores que não se vão
A loucura não conforta nem aquece mais

Sem devolver a nossa força e desgraçando os nossos atos
Abraçamos os perigos sem razão
Esse dia já está marcado pra terminar, e as nossas vidas, se vão

Quando você percebe te arrancaram o pulmão, te tomaram as aspirinas e o colo
Você sabe que não vai mais respirar e ainda assim mergulha com convicção

Quero o que foi me tirado
Você o azar e as coisas fúteis
Obrigado, mas não devo te aceitar
Volta ao teu lugar

A intolerância dos teus atos e o excesso de poder
Que transborda em nossas vistas que não querem mais sofrer
Ao contrário da virtude surge a variação dos teus zelos insólitos e tamanha perversão

Quando você percebe te arrancaram o pulmão, te tomaram as aspirinas e o colo
Você sabe que não vai mais respirar e ainda assim mergulha com convicção

Quero o que foi me tirado
Você o azar e as coisas fúteis
Obrigado, mas não devo te aceitar
Volta ao teu lugar

Estos Tiempos

Este tiempo ya está tragado por la ilusión, estos versos ya no fluyen
Despedimos de esas penas que no se van
La locura ya no consuela ni calienta más

Sin devolver nuestra fuerza y arruinando nuestros actos
Abrazamos los peligros sin razón
Este día ya está marcado para terminar, y nuestras vidas, se van

Cuando te das cuenta te arrancaron el pulmón, te quitaron las aspirinas y el abrigo
Sabes que no vas a respirar más y aún así te lanzas con convicción

Quiero lo que me fue quitado
Tú, la mala suerte y las cosas triviales
Gracias, pero no debo aceptarte
Vuelve a tu lugar

La intolerancia de tus actos y el exceso de poder
Que desborda en nuestras vistas que ya no quieren sufrir
A diferencia de la virtud surge la variación de tus celos insólitos y tanta perversidad

Cuando te das cuenta te arrancaron el pulmón, te quitaron las aspirinas y el abrigo
Sabes que no vas a respirar más y aún así te lanzas con convicción

Quiero lo que me fue quitado
Tú, la mala suerte y las cosas triviales
Gracias, pero no debo aceptarte
Vuelve a tu lugar

Escrita por: Ander Alencar