Fios Elétricos
Ruas...Poesia bruta,
Sentimentos de concreto,
Sangue que corre por fios elétricos
Ruas... Poema em linha reta,
Tua marginália tão discreta
Avenida que embriaga,
O fio da navalha
Ruas...poesia crua,
Pagadas na calçada,
Arranha-céu observa
Com olhos de vidraça
Ruas...poesia suja,
Um beijo no asfalto.
Neons vomitam, marcas,
Cruzes, cruzamentos, encruzilhadas...
Pela via expressa, pelas marginais,
Outdoors, placas e sinais.
Terno, eterno movimento
Que deixa o tempo pra trás
Ruas...Poesia bruta
Sentimentos de concreto
Sangue que corre por fios elétricos
Ruas...poesia crua,
Pagadas na calçada,
Arranha-céu observa
Com olhos de vidraça
Pela via expressa, pelas marginais,
Outdoors, placas e sinais.
Terno, eterno movimento
Que deixa o tempo pra trás
Cables Eléctricos
Calles... Poesía cruda,
Sentimientos de concreto,
Sangre que corre por cables eléctricos
Calles... Poema en línea recta,
Tu marginalidad tan discreta
Avenida que embriaga,
El filo de la navaja
Calles... poesía cruda,
Pintadas en la vereda,
Rascacielos observan
Con ojos de vidrio
Calles... poesía sucia,
Un beso en el asfalto.
Neones vomitan, marcas,
Cruces, cruces, encrucijadas...
Por la vía rápida, por las marginales,
Vallas publicitarias, carteles y señales.
Terno, eterno movimiento
Que deja el tiempo atrás
Calles... Poesía cruda
Sentimientos de concreto
Sangre que corre por cables eléctricos
Calles... poesía cruda,
Pintadas en la vereda,
Rascacielos observan
Con ojos de vidrio
Por la vía rápida, por las marginales,
Vallas publicitarias, carteles y señales.
Terno, eterno movimiento
Que deja el tiempo atrás
Escrita por: Roberto Frejat / Clemente Tadeu Nascimento