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Bienvenido a la Ciudad

Bárbaros da Era Atômica

Bem-vindo À Cidade

Tão frio o olhar daquela que vi passar
Por mim como seu fosse apenas mais um igual
Não há nada demais não se familiarizar com seu ritmo, e que no intimo
Existe uma forca que te faz ficar

Me deixe passar
Por suas avenidas
Tao cheias de vida
E cheias do vazio que a morte decidiu deixar
(Me deixe passar)
A atravessar seu rumo
Perambulando como um vagabundo
Nesse conflito de realidades
Bem-vindo a Cidade
(Onde eu cresci)

Sem me importar eu vou observando a tarde que cai
E a chuva que ao me molhar me traz um momento de paz, paz, paz
Eu sou apenas mais um, ou talvez sou ninguém, sou o filho a quem
Essa pátria não quis aceitar

Me deixe passar
Em cada esquina, viela
Me equilibrando em palafitas, favelas
Das desigualdades, tu es a capital
Descaso geral!
Precariedade nas escolas
Precocidade nas escolhas
Do trafico como sua única oportunidade
Bem-vindo a Cidade
(Onde eu cresci)

Me deixe passar
Por suas avenidas
Tao cheias de vida
E cheias do vazio que a morte decidiu deixar
Me deixe passar
Atravessar seu rumo
Perambulando como um vagabundo
Nesse conflito de realidades
Bem-vindo a Cidade

Bienvenido a la Ciudad

Tan frío es el mirar de aquella que vi pasar
Por mí como si fuera solo uno más igual
No hay nada de malo en no familiarizarse con su ritmo, y que en lo íntimo
Existe una fuerza que te hace quedarte

Déjame pasar
Por tus avenidas
Tan llenas de vida
Y llenas del vacío que la muerte decidió dejar
(Déjame pasar)
A cruzar tu camino
Vagando como un vagabundo
En este conflicto de realidades
Bienvenido a la Ciudad
(Donde crecí)

Sin importarme, voy observando la tarde que cae
Y la lluvia que al mojarme me trae un momento de paz, paz, paz
Soy solo uno más, o tal vez soy nadie, soy el hijo al que
Esta patria no quiso aceptar

Déjame pasar
En cada esquina, callejón
Equilibrándome en palafitos, favelas
De las desigualdades, tú eres la capital
¡Descuido general!
Precariedad en las escuelas
Precocidad en las decisiones
Del tráfico como su única oportunidad
Bienvenido a la Ciudad
(Donde crecí)

Déjame pasar
Por tus avenidas
Tan llenas de vida
Y llenas del vacío que la muerte decidió dejar
Déjame pasar
A cruzar tu camino
Vagando como un vagabundo
En este conflicto de realidades
Bienvenido a la Ciudad

Escrita por: Lucas Cardozo