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Tocando la boiada

Barrinha e Garoa

Tocando Boiada

Saudade dos companheiro
Que eu deixei lá no sertão
Hoje eu choro de saudade
Chora o meu coração

Adeus, peonada querida
Meu berrante e meus peão
A saudade me aperta
Quero morrer com o laço na mão

Alô moçada, eu estou chegando
Com a boiada lá do chão goiano
Venho contente tocando o meu gado
Ouvindo o berrante tocar repicado

Vejo o mugido dos bois pantaneiro
Bem a meu lado um cachorro campeiro
Nas verdes mata canta a passarada
Tenho alegria em viver nas estrada

Oi, ai, ai
Quanta saudade no meu coração
Oi, ai, ai
Vamos moçada cortando estradão

Ô vida boda de boiadeiro
Saudade daquelas porteira
E a porteira bate
O poeirão levanta da boiada

Às vezes eu choro de recordação
Não por amor, eu não tenho paixão
Choro a lembrança dos meus companheiro
Que estão ausentes desse boiadeiro

Choro a lembrança do berço adorado
Que lá distante ficou noutro estado
Vejo as belezas do nosso sertão
Quero morrer com o laço na mão

Oi, ai, ai
Toque o berrante, o companheirada
Oi, ai, ai
Vamos moçada tocar a boiada

Adeus companheirada querida
Chora o gado, berra sentido lá pro sertão
Adeus companheirada querida
Vou chorando de recordação

Tocando la boiada

Extraño a mis compañeros
Que dejé en el sertón
Hoy lloro de añoranza
Llora mi corazón

Adiós, querida peonada
Mi berrante y mis peones
La añoranza me aprieta
Quiero morir con el lazo en la mano

Hola muchachada, estoy llegando
Con la boiada de las tierras goianas
Vengo contento guiando mi ganado
Escuchando el berrante tocar repicado

Escucho el mugido de los bueyes pantaneros
Junto a mí un perro campesino
En los verdes montes canta la bandada de pájaros
Tengo alegría de vivir en los caminos

Ay, ay, ay
Cuánta añoranza en mi corazón
Ay, ay, ay
Vamos muchachada cortando el camino

Oh, vida de boiadeiro
Añoro esas tranqueras
Y la tranquera golpea
El polvaredal se levanta de la boiada

A veces lloro de recuerdo
No por amor, no tengo pasión
Lloro la memoria de mis compañeros
Que están ausentes de este boiadeiro

Lloro la memoria del hogar amado
Que quedó lejos en otro estado
Veo las bellezas de nuestro sertón
Quiero morir con el lazo en la mano

Ay, ay, ay
Suena el berrante, compañerada
Ay, ay, ay
Vamos muchachada guiando la boiada

Adiós querida compañerada
Llora el ganado, berra sentido hacia el sertón
Adiós querida compañerada
Voy llorando de recuerdo

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