Brazil, o Cantador
Boa noite minha senhora
Boa noite meu senhor fço versos na viola
Pra mostrar o meu valor
O meu canto é poema, épopeia sim senhor
É romance, é odisséia, repente de cantado
Romanceiro, cancioneio, liberato popular
Vou rimando a realidade, esse nó a desatar
Pra você que não conhece o brasil de seu cabral
Acho graça da sua graça, achar isso natural
No dodo sete brilantes e nem sabe quem eu sou
Sua linguagem não é polo, o olho cedo lhe pegou
E assim findo essa estória com três contos voador
Meto no saco a viola, licença que jã me vou
Romanceiro, cancioneio, liberato popular
Vou rimando a realidade, esse nó a desatar
Pra você que não conhece o brasil de seu cabral
Acho graça da sua graça, achar isso natural
O brasil não conhece o brasil
Brasil, el Cantador
Buenas noches, mi señora
Buenas noches, mi señor, hago versos en la guitarra
Para mostrar mi valía
Mi canto es poema, epopeya sí señor
Es romance, es odisea, repentista cantado
Cantautor, cancionero, liberato popular
Voy rimando la realidad, este nudo desatar
Para usted que no conoce el Brasil de su Cabral
Me hace gracia su gracia, encontrarlo natural
No da siete brillantes y no sabe quién soy
Su lenguaje no es pulcro, el ojo temprano lo atrapó
Y así termino esta historia con tres cuentos voladores
Guardo la guitarra en la bolsa, permiso que ya me voy
Cantautor, cancionero, liberato popular
Voy rimando la realidad, este nudo desatar
Para usted que no conoce el Brasil de su Cabral
Me hace gracia su gracia, encontrarlo natural
Brasil no conoce a Brasil