Erê (part. Edgar)
Ai que vontade de me drogar
Vou baforar cola de sapateiro
Preciso de algo que cole, deixei trincar
E não dá pra baixar a guarda e o ano inteiro
Preciso de dinheiro, origens e linhagens
Linguagens tão difíceis pra te deixar mole, molinha
Sou boca na minha
Pedra de sabão que amolar língua de facão
Não entrego mais um sorriso pra qualquer bandido
Que me dilacere e acelere esse destino de flor roxa
Nesse momentos, nossos relacionamentos
Com pé atrás pra não ser trouxa
Tem que tá moleque pra entender o erê
Tem que mudar
Mas pra mudar tem que querer
Tem que tá moleque pra entender o erê
Tem que mudar
Mas pra mudar tem que querer
É rima rara, mais rara do que as araras da Amazônia
Tá em extinção música boa que complemente a nossa insônia
Para, haja tratamento, pra mim, pra você e pro resto do flamengo
Loucura é linha tênue
Cósmica mente, as vezes é só pedir que o universo atende
Só quero saúde e paz
Esse é o foco
Eu sei que cê é playboy, então se moscar eu roubo
Cuidado na linguística, poética é metafórica
Tudo que eu sinto de maneira estratosférica
Quase catastrófica
Não, não tem retórica nem réplica
Você estuda ou faz a própria história
Tem que tá moleque pra entender o erê
Tem que mudar
Mas pra mudar tem que querer
Tem que tá moleque pra entender o erê
Tem que mudar
Mas pra mudar tem que querer
Amor sem fronteiras, sem padrão
Clichê, ? Pressão
Romance, ? Paixão
Sem nada que machuque o nosso coração
Tem que tá moleque pra entender o erê
Tem que mudar
Mas pra mudar tem que querer
Mas pra mudar tem que querer
Erê (feat. Edgar)
Ay, qué ganas de drogarme
Voy a inhalar pegamento de zapatero
Necesito algo que pegue, dejé que se agriete
Y no puedo bajar la guardia todo el año
Necesito dinero, orígenes y linajes
Lenguajes tan difíciles para dejarte blando, blandito
Soy boca en mi
Piedra de jabón que afila lengua de machete
No entrego más una sonrisa a cualquier delincuente
Que me destroce y acelere este destino de flor morada
En esos momentos, nuestras relaciones
Con pie atrás para no ser un tonto
Tienes que estar pilas para entender el erê
Tienes que cambiar
Pero para cambiar tienes que querer
Tienes que estar pilas para entender el erê
Tienes que cambiar
Pero para cambiar tienes que querer
Es rima rara, más rara que las guacamayas de la Amazonía
Está en extinción la buena música que complemente nuestra insomnio
Para, hay que tratar, para mí, para ti y para el resto del flamengo
Locura es línea delgada
Mente cósmica, a veces solo hay que pedir que el universo responda
Solo quiero salud y paz
Ese es el enfoque
Sé que eres un pijo, así que si te descuidas, te robo
Cuidado con la lingüística, poética es metafórica
Todo lo que siento de manera estratosférica
Casi catastrófica
No, no hay retórica ni réplica
¿Estudias o haces tu propia historia?
Tienes que estar pilas para entender el erê
Tienes que cambiar
Pero para cambiar tienes que querer
Tienes que estar pilas para entender el erê
Tienes que cambiar
Pero para cambiar tienes que querer
Amor sin fronteras, sin patrón
Cliché, ¿presión?
Romance, ¿pasión?
Sin nada que lastime nuestro corazón
Tienes que estar pilas para entender el erê
Tienes que cambiar
Pero para cambiar tienes que querer
Pero para cambiar tienes que querer
Escrita por: Edgar, Murilo Bellard de Abreu