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Balada del Amor

Belchior

Balada do Amor

Não quero amar, não! Nunca mais
que esse negocio de amor
já não se faz sem punhais.
Mister dos mistérios tais
Ah! Eu nasci perdedor.
Pra que mentir de fingidor
das dores tão reais.
Que romantismo e insolência
torna-se o amor em violência
só à paixão luz natural
tesão de deusa pagã
que vence o amor a La D.Juan
certeza e gloria de fazer o mal.
Amor que move o sol e outras estrelas...
Ah! Quem penou a luz delas,
esses eu conheço de outros carnavais.
Deixem-me ser aprendiz
do amor perverso, do amor feliz.
Lugar comum de anjos e animais.

Balada del Amor

No quiero amar, ¡no! Nunca más
que este asunto del amor
ya no se hace sin puñales.
Misterio de tales misterios
¡Ah! Nací perdedor.
¿Para qué mentir como fingidor
de dolores tan reales?
Que romanticismo e insolencia
se convierten en amor violento
solo la pasión luz natural
deseo de diosa pagana
que vence al amor a La D.Juan
certeza y gloria de hacer el mal.
Amor que mueve al sol y otras estrellas...
¡Ah! Quienes sufrieron su luz,
a esos los conozco de otros carnavales.
Déjenme ser aprendiz
del amor perverso, del amor feliz.
Lugar común de ángeles y animales.

Escrita por: Belchior / francisco Casaverde