395px

El Anhelo del Alma Humana

Bendiz o Mano

O Anseio da Alma Humana

Trevas sobre trevas ainda assim o medo não supera
O lado ansioso do homem, pelo querer obter
O que o olho vê ele quer e não se segura
Ainda que isso o escravize não quer saber

Desejos que são muralhas ao seu redor
A paz e a luz se dissipa diante dele
Sua mente entorpecida fora de controle
Quanto mais ele se entrega, fica pior

Sutilmente vai sendo levado para fora, da velha estrada
Do famigerado, o caminho é estreito
E passo a passo perde o foco que outrora
Sonhara em conquistar do lado certo

Incerto é o caminho em que se encontra
São tantas as barreiras que o cercam
Prazeres ilusões o arrasta, tipo o lobo ao apanhar sua presa
Seria isso a tal liberdade ou um mundo mágico

Euforia por um momento temporal e depois ainda quer paz?
Vivendo tipo um louco, se suas atitudes o homem se contradiz
Digo mais, quem não sabe o que é escuridão, ofusca a visão
E então? Será que o homem não percebe?

Não vê ou não se dá conta do perigo, que se encontra logo a sua frente?
Vêm, vêm, vêm, enquanto a vida, ainda lhe sorri (ainda lhe sorri)
Vêm, vêm, vêm, depois da morte, depois da morte esquece (esquece)
Vêm, vêm, vêm

Ei você! Não se perde não, Jesus te ama, ainda dá tempo
O mundo não é um caminho sem volta
O ser humano se considera livre
Dono de si, diz fazer o que quer e onde bem quiser
É só não se deixar levar, é assim

Quem acredita nisso, o que dizer?
Ou quem diria o sangue bom que jaz
Ou quem sabe o truta considerado que também jaz
Ou a mina que cheirava até uma horas e no fim jaz

Doutor que jaz o falso pastor que jaz no inferno
Então, como se pode afirmar a tal segurança
Não é confiança demais mas baseado em que?
Exposições, ficções, você pode crê, que assim o homem

Assina a sua própria sentença, na ausência da luz, como se conduzir
São tantos os caminhos ao seu redor, e só
Ainda é bem pior de prosseguir, em busca de um lugar melhor

Vêm, vêm, vêm, enquanto a vida, ainda lhe sorri (ainda lhe sorri)
Vêm, vêm, vêm, depois da morte, depois da morte esquece (esquece)
Vêm, vêm, vêm

Em cadeias, pode crer que é assim, que o mundo se encontra
Ao pensar que tens o domínio de sua própria vida
Independência, aonde? Me diga?
Mentira, ilusão e das grandes, não existe campo neutro, esquece!
A quem diga ser livre atrás das grades, muitos que lançaram fora a sua chance
Quem te escraviza pense bem, ou a quem você está algemado?
A um erro quem sabe do passado

O que será que te fez refém?
Talvez um vício moral, ou de outro gênero
Tens tomado de assalto a sua paz
Abalando as estruturas de sua casa e mais
Ou lazer de elite lhe custou caro meu caro
Estreito é o caminho da salvação
O resto é resto, perdição desilusão
Segura na mão de Cristo, é isso, já era
Caí por terra o opressor e agora, então

Vêm, vêm, vêm, enquanto a vida, ainda lhe sorri (ainda lhe sorri)
Vêm, vêm, vêm, depois da morte, depois da morte esquece (esquece)
Vêm, vêm, vêm

El Anhelo del Alma Humana

Sombras sobre sombras, aún así el miedo no supera
El lado ansioso del hombre, por querer obtener
Lo que el ojo ve, él lo quiere y no se contiene
Aunque eso lo esclavice, no quiere saber

Deseos que son murallas a su alrededor
La paz y la luz se disipan ante él
Su mente entorpecida fuera de control
Cuanto más se entrega, peor se pone

Sutilmente va siendo llevado hacia afuera, del viejo camino
Del famoso, el camino es estrecho
Y paso a paso pierde el enfoque que antes
Soñaba conquistar del lado correcto

Incierto es el camino en el que se encuentra
Son tantas las barreras que lo rodean
Placeres ilusiones lo arrastran, como el lobo al atrapar su presa
¿Será esto la tan ansiada libertad o un mundo mágico?

¿Euforia por un momento temporal y luego aún quiere paz?
Viviendo como un loco, sus acciones se contradicen
Digo más, quien no sabe lo que es oscuridad, ofusca la visión
¿Y entonces? ¿Será que el hombre no se da cuenta?

¿No ve o no se da cuenta del peligro que tiene justo frente a él?
Ven, ven, ven, mientras la vida aún le sonríe (aún le sonríe)
Ven, ven, ven, después de la muerte, después de la muerte olvida (olvida)
Ven, ven, ven

¡Eh tú! No te pierdas, Jesús te ama, aún hay tiempo
El mundo no es un camino sin retorno
El ser humano se considera libre
Dueño de sí, dice hacer lo que quiere y donde quiera
Solo no te dejes llevar, así es

¿Quién cree en esto, qué decir?
O quién diría la buena sangre que yace
O quién sabe el amigo considerado que también yace
O la chica que se drogaba hasta altas horas y al final yace

Doctor que yace, el falso pastor que yace en el infierno
Entonces, ¿cómo se puede afirmar tal seguridad?
¿No es demasiada confianza pero basada en qué?
Exposiciones, ficciones, puedes creer, que así el hombre

Firma su propia sentencia, en ausencia de luz, cómo conducirse
Son tantos los caminos a su alrededor, y solo
Aún es peor seguir, en busca de un lugar mejor

Ven, ven, ven, mientras la vida aún le sonríe (aún le sonríe)
Ven, ven, ven, después de la muerte, después de la muerte olvida (olvida)
Ven, ven, ven

En cadenas, puedes creer que así es, cómo se encuentra el mundo
Al pensar que tienes el dominio de tu propia vida
¿Independencia, dónde? Dime
Mentira, ilusión y de las grandes, no existe campo neutral, ¡olvida!
Algunos dicen ser libres tras las rejas, muchos que desperdiciaron su oportunidad
¿Quién te esclaviza, piénsalo bien, ¿a quién estás encadenado?
A un error quizás del pasado

¿Qué te hizo prisionero?
Tal vez un vicio moral, o de otro tipo
Has tomado por asalto tu paz
Sacudiendo las estructuras de tu hogar y más
O el lujo de élite te costó caro, amigo mío
Estrecho es el camino de la salvación
El resto es resto, perdición desilusión
Agárrate de la mano de Cristo, eso es, ya fue
Cayó por tierra el opresor y ahora, entonces

Ven, ven, ven, mientras la vida aún le sonríe (aún le sonríe)
Ven, ven, ven, después de la muerte, después de la muerte olvida (olvida)
Ven, ven, ven

Escrita por: Cochise Martins