Mate-me Por Favor
Que ódio desses manos
Que querem matar por nada
Arruma rincha sem motivo
E põe desculpa em tudo
Bota culpa em todo mundo
Pois eu sei que vou morrer
Um dia eu vou
Mas quero estourar primeiro
O planeta conquistar
Mostrando que sou preto rico
Mostrando que fui humilhado
Vão dizer que me conhecem
Desculpa vocês nunca me notam
Imagine depois
Tu diz que eu tô moscando
E que tô levando a sério
Levo a sério, sim senhor
A vida é minha, e tu não vai mudar
Me diz o que tu faz?
Quando tem vários manos
Apontando várias armas
De todos os tipos
Na sua direção
Nem olhar pra trás eu posso
Nem mexer minha perna eu posso
Ou piscar meus olhos posso
Ou dá fuga de fininho
Ou pensar em sair dessa
Resumindo meu parceiro
Não há saída pra nós
Eles duvidam, criticam, ofendem, atacam
E acha que não dói, não mágoa
Como tu quer que eu esqueça
Sendo que tem flashbacks na minha mente
Bezito me faz lembrar
Da maldade desses manos invisíveis
Quem são eles pra julgar?
Quem são eles pra opinar?
Quem são eles?, quem são elas?
Pra dizer, tu não é nada
Pra dizer, tu não consegue
Pra dizer, não te conhecem
Bote na cabeça mano
Eles não mandam em você
Só quem escreve a sua história é você mesmo
E o próprio Deus, ele é o meu escudo
Meu consolador presente
Na história o negro sempre sofre
Seja pelo povo, ou pela mídia
Que mente mais que o homem
Me dá vontade de apagar esses pussy boy
Da minha terra
Deus tenha misericórdia
Porque eu não tenho
Não posso ver meus manos
Não posso ver minhas migas
Não posso posso ver minha rainha
E nem abraçar minha mãe
Nesse beco é sem saída
Nessa rua sipá esquece
Se vocês querem dinheiro
Fale logo, se ainda for pra julgar
Mate-me por favor
Já que tu não gosta de mim
E tem ódio real por mim
Tu nunca falou comigo
Ou me conheceu tão bem
Como tu tem certeza de dizer
Que sou isso
E sou aquilo
No fundo se quer que eu diga
Mate-me por favor
Eu não vou dizer mais nada
Que que eu fiz pra você
Eu não sou teu inimigo
Muito menos teu amigo
Vou partir daqui
Vou embora daqui
As mina daqui não presta
Elas te rejeita muito
E te troca por maldade
E fala não quero homem
Sendo que pega negão
Parem de mentir
No fundo se quer minha morte
No fundo se quer minha queda
No fundo se quer meu fim
Que tudo que tu deseja, pra mim
Reflita o dobro em você
Sou reviravolta e você não se ligou
Se tu me conhece tão bem
E não perde nada meu
Me diga, quem eu sou?
Vamos, me diga quem eu sou?
Mátame Por Favor
Que odio de estos tipos
Que quieren matar por nada
Buscan pelea sin motivo
Y ponen excusas en todo
Echan la culpa a todo el mundo
Porque sé que voy a morir
Un día lo haré
Pero quiero destacar primero
Conquistar el planeta
Mostrando que soy negro y rico
Mostrando que fui humillado
Dirán que me conocen
Disculpen, ustedes nunca me notan
Imagina después
Dices que estoy distraído
Y que me lo tomo en serio
Me lo tomo en serio, sí señor
La vida es mía, y tú no la cambiarás
Dime, ¿qué haces?
Cuando tienes varios tipos
Apuntándote con varias armas
De todos los tipos
En tu dirección
Ni siquiera puedo mirar atrás
Ni puedo mover mi pierna
Ni puedo parpadear
Ni escapar sigilosamente
Ni pensar en salir de esto
En resumen, amigo
No hay salida para nosotros
Dudan, critican, ofenden, atacan
Y piensan que no duele, no lastima
¿Cómo quieres que olvide?
Si hay flashbacks en mi mente
Bezito me hace recordar
La maldad de estos tipos invisibles
¿Quiénes son ellos para juzgar?
¿Quiénes son ellos para opinar?
¿Quiénes son ellos?, ¿quiénes son ellas?
Para decir que no eres nada
Para decir que no puedes
Para decir que no te conocen
Ponte en la cabeza, amigo
Ellos no mandan en ti
Solo quien escribe tu historia eres tú mismo
Y Dios mismo, él es mi escudo
Mi consolador presente
En la historia, el negro siempre sufre
Ya sea por la gente o por los medios
Que mienten más que el hombre
Me dan ganas de borrar a esos maricones
De mi tierra
Dios ten misericordia
Porque yo no la tengo
No puedo ver a mis amigos
No puedo ver a mis amigas
No puedo ver a mi reina
Y ni abrazar a mi madre
En este callejón sin salida
En esta calle, mejor olvídalo
Si quieren dinero
Díganlo de una vez, si aún quieren juzgar
Mátame por favor
Ya que no te gusto
Y sientes un odio real por mí
Nunca has hablado conmigo
Ni me has conocido tan bien
¿Cómo puedes estar seguro de decir
Que soy esto
Y soy aquello?
En el fondo, si quieres que lo diga
Mátame por favor
No diré nada más
¿Qué hice yo para ti?
No soy tu enemigo
Mucho menos tu amigo
Me iré de aquí
Me marcharé de aquí
Las chicas de aquí no valen la pena
Te rechazan mucho
Y te cambian por maldad
Y dicen que no quieren hombres
Aunque se acuesten con negros
Dejen de mentir
En el fondo, quieres mi muerte
En el fondo, quieres mi caída
En el fondo, quieres mi fin
Que todo lo que deseas para mí
Se refleje el doble en ti
Soy un giro inesperado y tú no lo has notado
Si me conoces tan bien
Y no pierdes nada de mí
Dime, ¿quién soy?
Vamos, dime ¿quién soy?