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El títere

Biá e Dino Franco

O Fantoche

Estou morrendo de vergonha de mim mesmo
Pelo palhaço que eu fui na tua vida
Fui enganado como Cristo foi por Judas
Por ter te amado, oh! mal agradecida

A tua alma soluçava em desespero
Naquela dia em que eu te conheci
Com minhas mãos te arranquei daquele inferno
E meu sofrido coração te ofereci
Sem compreender que muito perto me rondava
A traição que friamente recebi

Num mar de rosas transformei a tua vida
Mas cada um tem sempre aquilo que merece
Pois tu voltaste para quem te maltratava
Esquecendo até das juras que fizeste

Para vingar as traições do teu amado
Vivemos juntos nosso triste pesadelo
Eu te confesso que estou envergonhado
E nunca mais venhas pedir nenhum apelo
Fui o fantoche que te beijei com ternura
Para curar a tua dor de cotovelo

El títere

Estoy muriendo de vergüenza de mí mismo
Por el payaso que fui en tu vida
Fui engañado como Cristo por Judas
Por haberte amado, ¡oh! mal agradecida

Tu alma sollozaba en desespero
Ese día en que te conocí
Con mis manos te saqué de ese infierno
Y mi sufrido corazón te ofrecí
Sin comprender que muy cerca rondaba
La traición que fríamente recibí

En un mar de rosas transformé tu vida
Pero cada uno siempre recibe lo que merece
Pues volviste a quien te maltrataba
Olvidando incluso las promesas que hiciste

Para vengar las traiciones de tu amado
Vivimos juntos nuestro triste pesadilla
Te confieso que estoy avergonzado
Y nunca más vengas a pedir ningún perdón
Fui el títere que te besé con ternura
Para sanar tu dolor de codo

Escrita por: Antonio De Lima / Dino Franco