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Al Borde del Asfalto

Bião de Canudos

A Beira do Asfalto

A beira do asfalto
A pedi carona
É que estou na pior, sou de cocorobó
E acabou a grana
É que estou na pior, sou de cocorobó
E acabou a grana

Obrigado Maria
Obrigado João
Obrigado pelo leite
O café e o pão

Obrigado boiadeiro
Leve a sua boiada
Obrigado por tudo
Siga a sua caminhada
Eu já estou indo embora, Tá chegando a hora, tô de mochila arrumada
Eu já tô indo embora, vou pegar a minha
Viola e meter o pé na estrada
Eu já estou indo embora, Tá chegando a hora, tô de mochila arrumada
Eu já tô indo embora, vou pegar a minha
Viola e meter o pé na estrada

Quando eu era criança
Não tinha liberdade
De sair pra cidade, ver o povo cantar
Povo brasileiro, de Antônio conselheiro
Já ouvir falar
Já ouvir falar de tudo, até da guerra de canudos, pergunte pro pessoá
Povo brasileiro, de Antônio conselheiro
Já ouvir falar
Já ouvir falar de tudo, até da guerra de canudos, pergunte pro pessoá

Al Borde del Asfalto

Al borde del asfalto
Pidiendo aventón
Estoy en aprietos, soy de cocorobó
Y se acabó la plata
Estoy en aprietos, soy de cocorobó
Y se acabó la plata

Gracias María
Gracias Juan
Gracias por la leche
El café y el pan

Gracias vaquero
Lleva tu ganado
Gracias por todo
Sigue tu camino
Ya me estoy yendo, se acerca la hora, con la mochila lista
Ya me estoy yendo, voy a tomar mi
Guitarra y echar a andar
Ya me estoy yendo, se acerca la hora, con la mochila lista
Ya me estoy yendo, voy a tomar mi
Guitarra y echar a andar

Cuando era niño
No tenía libertad
Para ir a la ciudad, ver a la gente cantar
Pueblo brasileño, de Antonio conselheiro
He oído hablar
He oído hablar de todo, incluso de la guerra de Canudos, pregúntale a la gente
Pueblo brasileño, de Antonio conselheiro
He oído hablar
He oído hablar de todo, incluso de la guerra de Canudos, pregúntale a la gente

Escrita por: Bião de Canudos