Desilusão (Edward Elric)
A desilusão
De ter o destino em minhas mãos
Me quebrou em tantos pedaços
Como eu pude ser tão fraco?
Na transmutação (de alma)
Amálgama de ambição (que falha)
Até onde você vai?
(Por quem te jura a própria vida)
Até onde você vai?
(Você se sacrificaria?)
Na transmutação (de alma)
Amálgama ambição (que falha)
Até onde você vai?
(Por quem te jura a própria vida)
Até onde você vai?
(Você se sacrificaria?)
Eu tenho estado na beira
De um precipício tão alto, tão gelado
Que sopra ventos de incerteza
E eu me vejo parado, congelado
Vai ver eu tento segurar o tempo imaginando coisas
Como momentos que são fragmentos jogados a volta
Que não voltam
E eu sei que os erros me fazem humano
Eu sei que nunca será leviano errar
Ainda dói demais
Errar
Ainda dói demais
Carrego cicatrizes que não me deixarão esquecer
Contemple sua verdade e me diga como posso viver?
Com promessas quebradas
Partes que me faltam
Ódio e tanta gente tentando parar
Com coração partido
Parte e como lido com esses pecados a me atormentar
São como fogo queimando
Aço dilatando
Derretendo tudo que me faz tão mal
E pra verdade eu juro que um dia volto pra buscar tudo
Mas não vai ser como tal
Juro te encontrar
Eu juro te encontrar
Na transmutação (de alma)
Amálgama de ambição (que falha)
Até onde você vai?
(Por quem te jura a própria vida)
Até onde você vai?
(Você se sacrificaria?)
Na transmutação (de alma)
Amálgama ambição (que falha)
Até onde você vai?
(Por quem te jura a própria vida)
Até onde você vai?
(Você se sacrificaria?)
Lágrimas em Aço
Não fujas do passado
Lágrimas em Aço
Não fujas do passado
E no fim, eu sempre fui humano
Um mero humano incapaz de salvar uma garotinha transformada em Quimera
É bom te ver
Al
Desilusión (Edward Elric)
La desilusión
De tener el destino en mis manos
Me rompió en tantos pedazos
¿Cómo pude ser tan débil?
En la transmutación (del alma)
Amalgama de ambición (que falla)
¿Hasta dónde vas?
(¿Por quién juras tu propia vida?)
¿Hasta dónde vas?
(¿Te sacrificarías?)
En la transmutación (del alma)
Amalgama de ambición (que falla)
¿Hasta dónde vas?
(¿Por quién juras tu propia vida?)
¿Hasta dónde vas?
(¿Te sacrificarías?)
He estado al borde
De un precipicio tan alto, tan helado
Que soplan vientos de incertidumbre
Y me veo parado, congelado
Quizás intento detener el tiempo imaginando cosas
Como momentos que son fragmentos esparcidos por ahí
Que no volverán
Y sé que los errores me hacen humano
Sé que nunca será ligero errar
Aún duele demasiado
Errar
Aún duele demasiado
Cargo cicatrices que no me dejarán olvidar
Contempla tu verdad y dime cómo puedo vivir?
Con promesas rotas
Partes que me faltan
Odios y tanta gente tratando de detenerme
Con el corazón roto
Parte y cómo lidio con estos pecados que me atormentan
Son como fuego quemando
Acero dilatándose
Derritiendo todo lo que me hace tanto daño
Y a la verdad juro que un día volveré a buscarlo todo
Pero no será como tal
Juro encontrarte
Te juro que te encontraré
En la transmutación (del alma)
Amalgama de ambición (que falla)
¿Hasta dónde vas?
(¿Por quién juras tu propia vida?)
¿Hasta dónde vas?
(¿Te sacrificarías?)
En la transmutación (del alma)
Amalgama de ambición (que falla)
¿Hasta dónde vas?
(¿Por quién juras tu propia vida?)
¿Hasta dónde vas?
(¿Te sacrificarías?)
Lágrimas de acero
No huyas del pasado
Lágrimas de acero
No huyas del pasado
Y al final, siempre fui humano
Un mero humano incapaz de salvar a una niñita transformada en Quimera
Es bueno verte
Al