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La insinuación de la vecina

Bochincho

A Atirada da Vizinha

A atirada da vizinha
Sabe bem mexer comigo
Mas comigo mesmo brigo
Por saber que ela é casada
Casada com o Bitencurt
Que ''bebum'' me confessou
Se ela um dia me trair
Por ama-lá tanto assim
Só vou capar o desgraçado

Aí meu Deus do céu
Eu não sei o que é que eu faço
Se eu não for vão me chamar
Lá na Vila de Zé veado
Aí meu Deus do céu
Eu não sei o que é que eu faço
Ao menos se eu não nessa
Não vou ficar ''esgualepado''

Quando eu descobri isso
Fiz simpatia e feitiço
Tratei de arranjar ''muié'
Mas não me adiantou nada
Por ser novinho e bonito
Me atentava a desgraçada
Tava mesmo de barbada
Era só fazer amor
Com a ''marvada'' da Soraia

La insinuación de la vecina

La insinuación de la vecina
Sabe cómo jugar conmigo
Pero peleo conmigo mismo
Porque sé que está casada
Casada con Bitencurt
Que borracho me confesó
Si un día me engaña
Por amarla tanto
Solo voy a castrar al desgraciado

Ay Dios mío
No sé qué hacer
Si no voy, me llamarán
En la Villa de José maricón
Ay Dios mío
No sé qué hacer
Al menos si no voy
No voy a quedar 'esgualepado'

Cuando descubrí esto
Hice simpatía y hechizo
Traté de conseguir una mujer
Pero no me sirvió de nada
Por ser joven y guapo
La desgraciada me tentaba
Era pan comido
Solo tenía que hacer el amor
Con la maldita Soraia

Escrita por: Jacques Winkosc / Zezinho Cardoso