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Anhangá-Coará

Boi Flor do Campo

Anhangá-Coará

As vozes do medo ecoam na mata
É a fera medonha que caça e ataca
Quem invade seus domínios?
Remi moangá, Jurupari

Anhangá, Anhangá, Anhangá
O flechador o predador de almas
Anhangá, Anhangá, Anhangá
O caçador invocado em uma oferenda de sangue

Espreita o gênio assasino num ego sombrio
Os índios perdidos punidos com a escuridão
Embiaras a caça a transformação
Em animais que vagam pela floresta
Pesadelo dos tupís
Quimera visagenta vai te perseguir
Vai te enlouquecer

Cai a noite em desespero
Seguem a fera em segredo
Seus olhos de fogo encadeiam
Das trevas a lenda da morte virá

Anhangá, Anhangá, Anhangá
O flechador o predador de almas
Anhangá, Anhangá, Anhangá
O caçador invocado em uma oferenda de sangue

Anhangá-Coará

Las voces del miedo resuenan en la selva
Es la bestia temible que caza y ataca
¿Quién invade sus dominios?
Remi moangá, Jurupari

Anhangá, Anhangá, Anhangá
El flechador, el depredador de almas
Anhangá, Anhangá, Anhangá
El cazador invocado en una ofrenda de sangre

Acecha el genio asesino en un ego sombrío
Los indios perdidos castigados con la oscuridad
Embiaras la caza, la transformación
En animales que deambulan por la selva
Pesadilla de los tupís
Quimera visagenta te perseguirá
Te volverá loco

Caen la noche en desesperación
Siguen a la bestia en secreto
Sus ojos de fuego encadenan
De las tinieblas vendrá la leyenda de la muerte

Anhangá, Anhangá, Anhangá
El flechador, el depredador de almas
Anhangá, Anhangá, Anhangá
El cazador invocado en una ofrenda de sangre

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