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Gabriela (Clavo y Canela)

Boletos Antiaderentes

Gabriela (Cravo e Canela)

Nas gélidas noites de São Lourenço
Quando gente já não há e, de som, é só o rio
Eu rio sozinho em auto-ironia
Falando besteiras tipo o que eu sentia

Lembrando de um abraço
Gabriela com seus cachos girassol
E a noite sempre bela que me entonteava
Cada curva tua fazendo eu rever se era certa a minha conduta

Eu ando e nem sinto os meus pés
Eu falo e não entendo a minha voz
Olha só você! O que cê fez comigo
Falo isso sobre os ombros de um amigo

Eu lembro e esqueço o que for
Eu sinto e só sinto o teu torpor
Um beijo sabor de cravo e canela
Só ela enche a minha mente, Gabriela

Gabriela (Clavo y Canela)

En las frías noches de São Lourenço
Cuando la gente ya no está y, en lugar de sonido, solo está el río
Río solo en auto-ironía
Diciendo tonterías como lo que sentía

Recordando un abrazo
Gabriela con sus rizos girasol
Y la noche siempre hermosa que me embriagaba
Cada curva tuya haciéndome cuestionar si mi conducta era correcta

Camino y ni siento mis pies
Hablo y no entiendo mi voz
¡Mira nomás tú! ¿Qué me hiciste?
Digo esto sobre los hombros de un amigo

Recuerdo y olvido lo que sea
Siento y solo siento tu letargo
Un beso con sabor a clavo y canela
Solo ella llena mi mente, Gabriela

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