Sequestro da MC
Mc Lola dando amasso no portão
Veio os tiozinho do mal com o revórvi na mão
Tira a mão daí Mocréia que acabou a festa
Já pra dentro desse fusca ou leva pipoco na testa
Nem começa a chorar que tu me deixa irritado
Eu to com pena de ti, traz também teu namorado
Passa pra cá o cartão ou qualquer coisa de valor
dá também tua calcinha que eu vendo no camelô
É assim a vida é dura, no barraco nóis estressa
Trampando o dia inteiro e à noite nóis sequestra
E você é patricinha, vagaba da classe média
passa o dia no salão, nas quermesse se liberta
Eu não quero nem saber, posso até estar enganado
Mas tu é o esterotipo desse mundo desgraçado
Calma aí mano marrom, a parada vai embaçá!
Pisa no acelerador e vamo circulá!
Ai, seu moço por favor não mata eu
Diz que culpa que eu tenho da vida que deus me deu
Eu te dou minha calcinha sutian e celular
Mas me deixa ir embora com essa história pra contar
Cala a boca piranhuda que eu não te aguento mais
tua voz é irritante, deixa nóis trampá em paz
Se encher os picuá, meto sem demora
e mato também teu noivo, coadjuvante dessa hisória
Ra-ta-ta-ta, um tiro e cai no chão
Ra-ta-ta-ta, aprendendo a lição
Se tu ta no inferno então abraça o capeta
É melhor colaborar ou meto bala na tuas teta
Calma aí mano Marrom, a tocaia ta pequena
essa mina é MC la do Bonde das Filomena
Não adianta nem negar que eu já te reconheci
Tu é MC Lola que faz rima por aí
Tu balança o popozão, tu pira o cabeção
E nóis que somos do Rap num tem chance, mermão
Pô mas que mancada é essa, funkeira de refém
Joga essa mina do carro, num faz falta pra ninguém
Ai, seu moço por favor não mata eu
Diz que culpa que eu tenho da vida que deus me deu
Eu te dou minha calcinha sutian e celular
Mas me deixa ir embora com essa história pra contar
E foi assim que MC Lola conseguiu a liberdade
Agradece o pancadão por mais essa felicidade
Aqui é MC J. liderando a homenagem
Repetindo o refrão mais uma vez, de sacanagem
Ai, seu moço por favor não mata eu
Diz que culpa que eu tenho da vida que deus me deu
Eu te dou minha calcinha sutian e celular
Mas me deixa ir embora com essa história pra contar
Secuestro de la MC
Mc Lola dándose un revolcón en la puerta
Vinieron los viejos malos con el revólver en la mano
Quita la mano de ahí, Mocréia, que se acabó la fiesta
Rápido, entra en ese fusca o te disparo en la cabeza
Ni empieces a llorar que me pones de mal humor
Tengo lástima por ti, trae también a tu novio
Pasa acá la tarjeta o cualquier cosa de valor
da también tu bombacha que la vendo en el mercado
Así es la vida, es dura, en la favela nos estresamos
Trabajando todo el día y por la noche secuestramos
Y tú eres una niña bien, zorra de clase media
pasas el día en el salón, en las ferias te liberas
No quiero ni saber, puedo estar equivocado
Pero eres el estereotipo de este mundo desgraciado
¡Cálmate, hermano marrón, la cosa se va a poner fea!
¡Pisa el acelerador y vámonos de aquí!
Ay, señor, por favor, no me mates
Dime qué culpa tengo de la vida que Dios me dio
Te doy mi bombacha, sostén y celular
Pero déjame ir con esta historia para contar
Cállate, prostituta, que ya no te aguanto más
tu voz es irritante, déjanos trabajar en paz
Si te pasas de la raya, disparo sin demora
y también mato a tu novio, secundario de esta historia
Ra-ta-ta-ta, un disparo y cae al suelo
Ra-ta-ta-ta, aprendiendo la lección
Si estás en el infierno, abraza al diablo
Es mejor colaborar o disparo en tus tetas
¡Cálmate, hermano marrón, la emboscada es pequeña
esta chica es MC del Bonde das Filomena
No sirve de nada negar, ya te reconocí
Eres MC Lola que rapea por ahí
Tú mueves el trasero, vuelves loco al cabeza
Y nosotros que somos del Rap no tenemos oportunidad, hermano
Pero qué error es este, funkeira como rehén
Tira a esta chica del auto, no hace falta para nadie
Ay, señor, por favor, no me mates
Dime qué culpa tengo de la vida que Dios me dio
Te doy mi bombacha, sostén y celular
Pero déjame ir con esta historia para contar
Y así fue como MC Lola consiguió la libertad
Agradece al pancadão por esta felicidad
Aquí está MC J. liderando el homenaje
Repetimos el estribillo una vez más, de broma
Ay, señor, por favor, no me mates
Dime qué culpa tengo de la vida que Dios me dio
Te doy mi bombacha, sostén y celular
Pero déjame ir con esta historia para contar