Sem Destino São
Tudo que eu quero é difícil,
É esquisito ou proibido
Eu só quero respirar aliviado,
Despreocupado e satisfeito
Com o que penso,
Com o que tenho, com o que sou,
Ou até com o que não sou.
Eu só quero andar na rua sem ser alvo
Desses incertos, desregulados.
As pessoas não têm mais destino certo
Andam as cegas, são obrigadas.
Sem casa, sem comida ou travesseiro,
Vivem com medo, embriagados, refugiados.
O que temos no controle?
Muitos covardes!
O que temos na carteira?
Nenhum centavo!
Nenhum centavo não, nenhum centavo não, nenhum centavo não.
Eu não quero ser escravo desse medo,
Do preconceito, sem ter direitos.
Olho sempre para o lado, mas não vejo.
Cadê o respeito, que eu mereço.
Onde é que está?
Não vejo não.
(2X)
Somos todos bonequinhos controlados
Acorrentados, desrespeitados.
Sem destino são
Sem destino são.
Sin Destino Son
Todo lo que quiero es difícil,
Es extraño o prohibido
Solo quiero respirar aliviado,
Despreocupado y satisfecho
Con lo que pienso,
Con lo que tengo, con lo que soy,
O incluso con lo que no soy.
Solo quiero caminar por la calle sin ser blanco
De estos inciertos, desregulados.
Las personas ya no tienen un destino seguro
Caminan a ciegas, son obligadas.
Sin hogar, sin comida o almohada,
Viven con miedo, embriagados, refugiados.
¿Qué tenemos bajo control?
¡Muchos cobardes!
¿Qué tenemos en la billetera?
¡Ni un centavo!
Ni un centavo no, ni un centavo no, ni un centavo no.
No quiero ser esclavo de este miedo,
Del prejuicio, sin tener derechos.
Miro siempre hacia los lados, pero no veo.
¿Dónde está el respeto que merezco?
¿Dónde está?
No veo no.
(2X)
Todos somos marionetas controladas
Encadenadas, irrespetadas.
Sin destino son
Sin destino son.