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Veneno de la Palabra

BOXV

Veneno da Fala

Vem comigo que cê não erra
Vazo ruim não quebra
Faz a presa, acende e espera pra trocar ideia

Cachorro ou gato? Tênis ou sapato? Moto ou carro?
Cinema ou teatro? Salada ou churrasco?
Isso te define mais que um retrato
Que a frase do seu status
Que um numero estático
Difícil ou fácil? Enlatado ou engarrafado?
Saudável ou viciado? Destilado ou fermentado?
Estável ou instável? Frio ou dramático?
Livro ou áudio? Meia ou descalço? Pijama ou pelado?
Quem é você? Qual o seu prefácio?
Você tem opinião? Mantém sua posição?
Muda de ideia com uma boa argumentação?
Ou some na multidão?

Pergunte, questione, debata e aprenda
Pesquise, se informe, conheça, entenda
Então levante a mão e fuja da manipulação
Não esconda sua intenção, uma ação
Vale mais que um milhão de promessas em vão
Entendeu?

Porra, mano, vamo fala a verdade!
Não seja um covarde, deixa que os outros falem
Não ataque nem se esconda, não revide nem confronta
Ignore até que pare, o tempo faz sua parte

Mas dói
E vai continuar doendo, o veneno da fala
Quando se espalha, ninguém se importa se é falsa
Armada, montada, encenada, atuada, compartilhada
Acusada, julgada, culpada, usada contra você
Tem quem te odeie, mas nem te conhece, logo esquece
Manda se foder

Vixe, mano!
Levanta a cabeça e vida que segue
Não pago pau nem do trela pra arrombado em rede social
Que faz um fake pra falar merda, pra disseminar o mal
Um medroso nas ruas, mas que com um mouse na mão se sente o tal
Espalhando mentiras, insultos, distorcendo a realidade ao cubo
Absurdo imoral, a doença dos novos tempos é atemporal
Mas não fica encanado não mano, logo chega o carnaval
Todo mundo esquece

Veneno de la Palabra

Vamos juntos que no te equivocas
Un mal recipiente no se rompe
Haz la presa, enciende y espera para intercambiar ideas

¿Perro o gato? ¿Zapatillas o zapatos? ¿Moto o carro?
¿Cine o teatro? ¿Ensalada o asado?
Esto te define más que un retrato
Que la frase de tu estado
Que un número estático
¿Difícil o fácil? ¿Enlatado o embotellado?
¿Saludable o adicto? ¿Destilado o fermentado?
¿Estable o inestable? ¿Frío o dramático?
¿Libro o audio? ¿Con medias o descalzo? ¿Pijama o desnudo?
¿Quién eres? ¿Cuál es tu prefacio?
¿Tienes opinión? ¿Mantienes tu posición?
¿Cambia de idea con una buena argumentación?
¿O desapareces en la multitud?

Pregunta, cuestiona, debate y aprende
Investiga, infórmate, conoce, comprende
Entonces levanta la mano y huye de la manipulación
No ocultes tu intención, una acción
Vale más que un millón de promesas vacías
¿Entendiste?

¡Carajo, hermano, hablemos con la verdad!
No seas un cobarde, deja que los demás hablen
No ataques ni te escondas, no respondas ni confrontes
Ignora hasta que pare, el tiempo hace su parte

Pero duele
Y seguirá doliendo, el veneno de la palabra
Cuando se esparce, a nadie le importa si es falsa
Armada, montada, actuada, compartida
Acusada, juzgada, culpada, usada en tu contra
Hay quienes te odian, pero ni te conocen, pronto olvidan
Manda a la mierda

¡Caray, hermano!
Levanta la cabeza y sigue adelante
No le hagas caso a los idiotas en redes sociales
Que crean perfiles falsos para hablar tonterías, para difundir el mal
Un cobarde en las calles, pero que con un ratón en la mano se siente el mejor
Difundiendo mentiras, insultos, distorsionando la realidad al cubo
Absurdo inmoral, la enfermedad de los nuevos tiempos es atemporal
Pero no te preocupes, hermano, pronto llega el carnaval
Todos olvidan

Escrita por: Bruno Vannuchi