Colheita
As lindas flores que estão morrendo continuam a se dispersar lentamente
Cobertas por uma manto negro, elas param de respirar normalmente
Está impossível visualizar a pura natureza da eternidade
Talvez eu esteja cuidando de tudo imprudentemente
Tudo o que eu desejava era conhecer uma liberdade esplêndida
A expandida luz do anoitecer que desaba
O que foi deixado para trás
Agora foi colhido por minhas mãos
Aqueles que ofereceram os seus bens
Foram presos mais uma vez
Os embuçados daquela noite
Desapareceram enquanto quebravam uma promessa
Deslocando-se pelas sombras
Dos frutos caídos
Ajoelhar-se para pegá-los era um erro
Apunhalados pelas costas todos eram
Mas se levantar era o obstáculo
O que foi deixado para trás
Agora foi colhido por estas mãos
Um suspiro vazio, mas gentil
Que formava um distante assobio
Mesmo que silencioso, abria um sorriso
Ninguém mais sabia
O que era verdadeiro ou falso
A defesa dos fracos não era o suficiente
Aquela doce fala não era nada
Além de uma farsa
A mão que segurava a felicidade
Simplesmente soltou o que era
Precioso para não ser recuperado
Ah, as flores vão continuar morrendo?
Apedrejados eram aqueles
Que não fugiam
Mesmo com cicatrizes sensíveis que se abriam
Apedrejados eram aqueles que foram vendados
A alma perfurada e o coração acorrentado
Cosecha
Las hermosas flores que están muriendo continúan dispersándose lentamente
Cubiertas por un manto negro, dejan de respirar normalmente
Es imposible visualizar la pura naturaleza de la eternidad
Quizás estoy cuidando todo de manera imprudente
Todo lo que deseaba era conocer una libertad espléndida
La amplia luz del anochecer que cae
Lo que quedó atrás
Ahora ha sido cosechado por mis manos
Aquellos que ofrecieron sus bienes
Fueron atrapados una vez más
Los encapuchados de esa noche
Desaparecieron al romper una promesa
Desplazándose por las sombras
De los frutos caídos
Arrodillarse para recogerlos fue un error
Apuñalados por la espalda todos eran
Pero levantarse era el obstáculo
Lo que quedó atrás
Ahora ha sido cosechado por estas manos
Un suspiro vacío, pero amable
Que formaba un silbido distante
Aunque silencioso, abría una sonrisa
Nadie más lo sabía
Lo que era verdadero o falso
La defensa de los débiles no era suficiente
Esa dulce charla no era más
Que una farsa
La mano que sostenía la felicidad
Simplemente soltó lo que era
Precioso para no ser recuperado
Ah, ¿las flores seguirán muriendo?
Apedreados eran aquellos
Que no huían
Aunque con cicatrices sensibles que se abrían
Apedreados eran aquellos que fueron vendados
El alma perforada y el corazón encadenado