395px

Luto (part. Caroline Givulski)

Brow Louco

Luto (part. Caroline Givulski)

Egos inflados se chocam e causam alvoroço
Não habitam o mesmo espaço

Depositando, todos embaços
Não to nervoso, mas vou flipando
Na tese, que é rap de apetitoso
Meio descompassado
Não pago de doido
E vejo de perto
Toda sujeira do jogo
Alguns que tão pra sugar
Outros vem pra adquirir
Poucos chegam pra somar
Muitos querem distrair
Foco errado, esqueceu dos culpados
Ficou complexado, teve o ego atiçado
Hoje em dia é fácil
Todo mundo quer ter seu palácio
Ninguém quer construir
Prefere tomar de assalto
É ruim admitir que estamos na era do vácuo
Onde não se cria nem copia, toma pra si
E a comunicação que era pouca, ta ficando escassa
Humanidade cada dia mais andando ao contrario
Já passou do precário, ficou tenso existir
Se é preso é soltado, valorização do errado
E eu paro e reparo
Os salários de alguns pecados é regredir!
E o que eu falo ou que eu faço é voltado tudo para mim
E esses comédia que chega de embalo, quer meu tropeço?
Pagam qualquer preço, eu vejo esforço vão
Se tropeço e caio no chão
É de baixo que tu sente o cão
Vocês são bom em apontar defeito né?
Desculpa ai sujeito
Mas eu prefiro mesmo som de evolução!

Egos inflados se chocam e causam alvoroço
Não habitam o mesmo espaço

Nessa guerra que encontramos de universos em colisão
É fértil o ódio perverso
Mas eu no fim prezo pelo amor entre os irmãos
E o que era afeto na linha fina com o rancor, se rompeu
A tempos que o valor está de luto, o encanto se perdeu
Sera que existe algum que se salva nesse breu?
Escuridão, degradação, segregação
O ritmo e poesia clamam cirurgia

Luto (part. Caroline Givulski)

Egos inflados chocan y causan revuelo
No ocupan el mismo espacio

Dejando todos confundidos
No estoy nervioso, pero me estoy volviendo loco
En la tesis, que es rap apetitoso
Un poco descompasado
No finjo estar loco
Y veo de cerca
toda la suciedad del juego
Algunos están para chupar
Otros vienen a adquirir
Pocos vienen a sumar
Muchos quieren distraer
Foco equivocado, olvidaron a los culpables
Se sintió complejo, su ego fue provocado
Hoy en día es fácil
Todos quieren tener su palacio
Nadie quiere construir
Prefieren tomar por asalto
Es difícil admitir que estamos en la era del vacío
Donde no se crea ni se copia, se toma para sí
Y la comunicación que era escasa, se está volviendo escasa
La humanidad cada día más camina en sentido contrario
Ya pasó de precario, se volvió tenso existir
Si está preso es liberado, valorización de lo incorrecto
Y yo me detengo y observo
¡Los salarios de algunos pecados es retroceder!
Y lo que digo o hago se vuelve todo hacia mí
¿Y estos payasos que llegan con ímpetu, quieren que tropiece?
Pagan cualquier precio, veo que se esfuerzan
Si tropiezo y caigo al suelo
Es desde abajo que sientes al perro
¡Son buenos señalando defectos, verdad?
Disculpa, individuo
¡Pero prefiero el sonido de la evolución!

Egos inflados chocan y causan revuelo
No ocupan el mismo espacio

En esta guerra que encontramos de universos en colisión
El odio perverso es fértil
Pero al final, yo aprecio el amor entre hermanos
Y lo que era afecto en la delgada línea con el rencor, se rompió
Hace tiempo que el valor está de luto, el encanto se perdió
¿Habrá alguno que se salve en esta oscuridad?
Oscuridad, degradación, segregación
El ritmo y la poesía claman por cirugía

Escrita por: Brow Louco