Será?
Se eu mudar, será que vai olhar pra mim?
Se eu disfarçar, será que vai gostar mais de mim,
Já que eu não sou perfeito? Direito nada faço!
Não passo de um pecador…
E nesse meu teatro encarnei um personagem.
Já esqueci que sou um ator...
Se eu sorrir, será que vou te convencer?
Se então mentir, será que vai me receber?
Garanto a fantasia... No dia a dia é fácil,
Sem risco de uma rejeição!
Duvido que o sincero espere algum aplauso
Por ser mais um na multidão...
A chuva vem, faz derreter
A máscara que já faz parte do meu ser.
A chuva vai me revelar.
Quem vai me aceitar assim?
Se eu for eu, ainda vai olhar pra mim?
Não mais que eu... Será que vai me amar?
Qual será, qual será meu fim?
¿Será?
Si cambio, ¿mirarás hacia mí?
Si disimulo, ¿te gustaré más a ti,
ya que no soy perfecto? ¡Derecho nada hago!
¡No soy más que un pecador...
Y en este teatro mío, encarné un personaje.
Ya olvidé que soy un actor...
Si sonrío, ¿te convenceré?
Si miento entonces, ¿me recibirás?
Aseguro la fantasía... En el día a día es fácil,
sin riesgo de rechazo alguno.
Dudo que el sincero espere algún aplauso
por ser uno más en la multitud...
La lluvia viene, hace derretir
la máscara que ya es parte de mi ser.
La lluvia me va a revelar.
¿Quién me aceptará así?
Si soy yo, ¿seguirás mirando hacia mí?
No más que yo... ¿Me amarás?
¿Cuál será, cuál será mi fin?
Escrita por: Bruno Camurati