O Peso de Junho
Era pra ser só mais um dia comum
Mas você trouxe a tempestade pra dentro do meu mundo
Promessas vazias ecoam no silêncio
E agora o vazio é o que eu mais sustento
Lembro do seu riso, parecia tão real
Mas por trás dele, o golpe fatal
Não era pra doer, mas você fez questão
De transformar amor em destruição
Você me ensinou a ter medo de mim mesmo
E o dia doze de junho me fez foi odiar
Cada palavra sua foi um veneno
Que eu não consigo mais parar de lembrar
Rosas murcharam antes de chegar
Cartas queimaram sem nunca se abrir
E o espelho mostra um estranho no lugar
De quem eu era antes de te seguir
As cicatrizes que você deixou são profundas
Mas elas gritam que ainda estou aqui
Mesmo perdido, eu não me rendo
Só que amar você foi o meu fim
Você me ensinou a ter medo de mim mesmo
E o dia doze de junho me fez foi odiar
Cada palavra sua foi um veneno
Que eu não consigo mais parar de lembrar
O calendário marca outra vez
A data que eu nunca vou esquecer
Mas, talvez, um dia eu consiga
Transformar o ódio em algo que me diga
Que sobreviver é o maior troféu
Você me ensinou a ter medo de mim mesmo
E o dia doze de junho me fez foi odiar
Mas agora eu tento encontrar um jeito
De apagar você e começar a recomeçar
El Peso de Junio
Era para ser solo un día común
Pero tú trajiste la tormenta a mi mundo
Promesas vacías resuenan en el silencio
Y ahora el vacío es lo que más sostengo
Recuerdo tu risa, parecía tan real
Pero detrás de ella, el golpe fatal
No debía doler, pero hiciste que sí
Transformaste el amor en destrucción
Me enseñaste a tener miedo de mí mismo
Y el doce de junio me hizo odiar
Cada palabra tuya fue un veneno
Que no puedo dejar de recordar
Las rosas se marchitaron antes de llegar
Las cartas se quemaron sin nunca abrirse
Y el espejo muestra a un extraño en el lugar
De quien era antes de seguirte
Las cicatrices que dejaste son profundas
Pero gritan que aún estoy aquí
Aunque perdido, no me rindo
Solo que amarte fue mi final
Me enseñaste a tener miedo de mí mismo
Y el doce de junio me hizo odiar
Cada palabra tuya fue un veneno
Que no puedo dejar de recordar
El calendario marca otra vez
La fecha que nunca olvidaré
Pero, tal vez, un día logre
Transformar el odio en algo que me diga
Que sobrevivir es el mayor trofeo
Me enseñaste a tener miedo de mí mismo
Y el doce de junio me hizo odiar
Pero ahora intento encontrar una forma
De borrarte y empezar a renacer
Escrita por: Bruno Lissa de Castro