Bárbara Invasão
É complicado tentar descrevê-la,
Longe de mim qualquer definição,
É como um rio que transborda inteiro,
Me inundando de imensidão.
É bem mais forte do que eu previa,
É como um céu, sei lá, feito clarão;
É a junção do que eu mais queria,
Asas pra voar... e quando precisar... meu chão.
(refrão)
Até o mar se fez em maré cheia,
Pra cobrir mais da areia,
Que seus pés insistem em pisarem sozinhos.
E isso tudo se faz tão incrível,
Nisso que é tão indizível,
Imprescindível hoje em meu caminho.
É complicado tentar descrevê-la,
Longe de mim fazer comparação,
Meio farol, poema, estrela-guia;
Sua presença me traz toda razão.
Quando aparece sem um prévio aviso,
É como algo sem conotação,
Sei lá, oásis do qual eu preciso,
Adjetivo tão conciso... do qual tanto preciso... e não abro mão.
(refrão)
É complicado tentar descrevê-la,
Longe de mim qualquer exatidão,
Vem do latim, o termo que a descreve;
Meio divina, nobre sensação.
Tem um poder, uma dádiva qualquer;
Que hoje se faz minha condição,
E espontânea faz o que bem quer,
Me condiciona assim... extrai o que melhor há em mim... nessa tão bárbara invasão.
Bárbara Invasión
Es complicado tratar de describirla,
Lejos de mí cualquier definición,
Es como un río que desborda por completo,
Inundándome de inmensidad.
Es mucho más fuerte de lo que imaginaba,
Es como un cielo, no sé, hecho de resplandor;
Es la unión de lo que más anhelaba,
Alas para volar... y cuando las necesito... mi suelo.
(coro)
Hasta el mar se convirtió en marea alta,
Para cubrir más de la arena,
Que tus pies insisten en pisar solos.
Y todo esto se vuelve tan increíble,
En eso que es tan indescriptible,
Imprescindible hoy en mi camino.
Es complicado tratar de describirla,
Lejos de mí hacer comparaciones,
Medio faro, poema, estrella guía;
Tu presencia me da toda la razón.
Cuando aparece sin previo aviso,
Es como algo sin connotación,
No sé, un oasis del que necesito,
Adjetivo tan conciso... del que tanto necesito... y no renuncio.
(coro)
Es complicado tratar de describirla,
Lejos de mí cualquier exactitud,
Viene del latín, el término que la describe;
Medio divina, noble sensación.
Tiene un poder, un don cualquiera;
Que hoy se convierte en mi condición,
Y espontáneamente hace lo que quiere,
Me condiciona así... extrae lo mejor de mí... en esta tan bárbara invasión.
Escrita por: Bruno Negromonte