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Nigeria

Caborja

Nigéria

Por que invades o meu mundo
Fazendo de mim moribundo
Trazendo em mim um profundo sofrimento?
E sem o menor alento, sigo assim
Esperando do deuses o milagre pluvial
Fazendo assim esta sofrida jornada
Desde os sombrios negreiros no canal

E eu corrompido, nego minha negra pátria
Face ao negacionismo existencial
Desprovido de esperança em minha amada e simplória insurgência
Ora diabólica, ora sacra
Mas qual alternativa me dá
Ó ocidente colossal
Ostentando a invalidez laboral

Total, Shell
Total, Shell
Total, Shell
Total, Shell

Mendigando aos montes, minhas crianças sucumbem
Mesmo antes do maternal
E sem horizontes sigo vendo-te gozar de minhas riquezas naturais
Patrimônio meu, subsistêncial

Atribuindo o seu saque, como meu
Culpando-me de minha sã inconsciência
Restringindo-me à sua vaga vontade
Vos sois o ocidente enquanto eu?
Um primitivo

Nigeria

¿Por qué invades mi mundo
Haciendo de mí un moribundo?
Trayendo en mí un profundo sufrimiento?
Y sin el menor aliento, sigo así
Esperando de los dioses el milagro de la lluvia
Haciendo así esta sufrida jornada
Desde los oscuros negreros en el canal

Y yo, corrompido, niego mi negra patria
Frente al negacionismo existencial
Desprovisto de esperanza en mi amada y simple insurgencia
A veces diabólica, a veces sagrada
Pero, ¿qué alternativa me das
Oh, colosal occidente
Presumiendo de tu invalidez laboral?

Total, Shell
Total, Shell
Total, Shell
Total, Shell

Mendigando a montones, mis niños sucumben
Incluso antes de lo maternal
Y sin horizontes sigo viéndote disfrutar de mis riquezas naturales
Patrimonio mío, subsistencial

Atribuyendo tu saqueo como mío
Culpándome de mi sana inconsciencia
Restringiéndome a tu vaga voluntad
¿Ustedes son el occidente mientras yo?
¿Un primitivo?

Escrita por: Alexander Robert