395px

Encuentro Fatal

Cacique e Pajé

Encontro Fatal

Vinte anos faz que deixei meu lar
Na mais angustiante dor da falsidade
A dor foi tão cruel
Que fiz um papel de homem covarde.
Deixei o meu filho tão pequeno ainda
Saí como louco pelo mundo
Sinto lágrimas correr
Ao ouvir dizer que sou um vagabundo.

Um certa noite eu estava bebendo
Lamentando a sorte da vida que passa
O moço que ouvia se fez meu amigo
Pra beber comigo pediu-me a taça
Dizendo seu nome, mostrou meu retrato
Apesar dos anos lembrei do passado
Aquele que estava junto a minha mesa
Era com certeza meu filho adorado.

Contou-me sua vida com muita tristeza
Que seu pai com ele não morava mais
Quero que ele volte, mamãe ainda vive
Eu juro que tive pena do rapaz.
Sabes quem eu sou assim respondi
Se quer minha benção aqui estarei
Eu sou seu pai, és meu filho querido
Mas com sua mãe não reconciliarei.

Encuentro Fatal

Hace veinte años que dejé mi hogar
En el dolor más angustiante de la falsedad
El dolor fue tan cruel
Que actué como un cobarde
Dejé a mi hijo tan pequeño aún
Salí como un loco por el mundo
Siento lágrimas correr
Al escuchar que soy un vagabundo.

Una noche estaba bebiendo
Lamentando la suerte de la vida que pasa
El joven que escuchaba se hizo mi amigo
Para beber conmigo pidió mi copa
Diciendo su nombre, mostró mi retrato
A pesar de los años recordé el pasado
Aquel que estaba junto a mi mesa
Era sin duda mi hijo adorado.

Me contó su vida con mucha tristeza
Que su padre ya no vivía con él
Quiere que vuelva, mamá aún vive
Juro que tuve pena por el chico.
¿Sabes quién soy? así respondí
Si quieres mi bendición, aquí estaré
Soy tu padre, eres mi querido hijo
Pero con tu madre no me reconciliaré.

Escrita por: