Brigas de Amor
Hoje eu briguei com quem amo na vida
Estou sentindo um grande desgosto
Se o arrependimento matasse
De paixão eu estaria morto
Às vezes penso em falar com ela
Mas sinto vergonha em telefonar
E dizer à ela que o meu travesseiro
Está molhado de tanto chorar
Nesta hora eu fiquei louco
Meu sentido sumiu e o meu corpo desmaiou
E quando voltei à mim
Foi que percebi que o telefone tocou
declamado:
"- Alô, quem fala?"
"- Sou eu, meu amor. Querido, são três horas da madrugada e eu não estou suportando mais a angustia de viver sem ti. Muito chorei e agora me obriguei a telefonar-te. Meu amor, quero que me perdoes, sabes bem que sem ti eu não posso viver. Se esta noite não fizeres as pazes comigo, de paixão eu morrerei e não verei o dia amanhecer."
"- Sim, meu amor, eu também até agora muito chorei e muitos cigarros fumei desesperado por ter brigado contigo. Por isso, meu bem, estás perdoada mas quero que prometas, querida, que nunca mais brigarás comigo."
Agora vivemos um para o outro
E nunca mais pensaremos em brigar
Eternamente seremos felizes
Porque nascemos para nos amar
Peleas de Amor
Hoy peleé con quien amo en la vida
Siento un gran desconsuelo
Si el arrepentimiento matara
De pasión estaría muerto
A veces pienso en hablarle
Pero me da vergüenza llamar
Y decirle que mi almohada
Está mojada de tanto llorar
En ese momento me volví loco
Mis sentidos se desvanecieron y mi cuerpo se desplomó
Y cuando volví en mí
Fue cuando me di cuenta de que sonaba el teléfono
declamado:
"- ¿Hola, quién habla?"
"- Soy yo, mi amor. Querido, son las tres de la madrugada y no aguanto más la angustia de vivir sin ti. He llorado mucho y me obligué a llamarte. Mi amor, quiero que me perdones, sabes que no puedo vivir sin ti. Si esta noche no hacemos las paces, moriré de pasión y no veré amanecer."
"- Sí, mi amor, yo también he llorado mucho hasta ahora y he fumado muchos cigarrillos desesperado por haber peleado contigo. Por eso, cariño, estás perdonada pero prométeme, querida, que nunca más pelearás conmigo."
Ahora vivimos el uno para el otro
Y nunca más pensaremos en pelear
Seremos felices eternamente
Porque nacimos para amarnos
Escrita por: Caçula / Marinheiro