Espinhos da Vida
(Se em cada vida há um destino
Cada destino é uma luz
E caminhando por este mundo
Vou carregando a minha cruz)
Se em cada vida há um destino
Em minha vida carrego o meu
Abandonado vivo vagando
Cumprindo a sina que Deus me deu
(Se uns cantando disfarça os ares
Outros relembram seu grande amor
Apaixonado escrevo em versos
A minha mágoa e a minha dor)
Quanto mais canto mais eu padeço
E não esqueço meu grande amor
E a saudade dentro do peito
Vai aumentando a minha dor
(Pois a mulher que eu mais adoro
Me faz sofrer amargurado
Eu sofrerei eternamente
Porque do amor sou condenado)
Ela que tanto me acariciava
Por um capricho lhe abandonei
E hoje piso em meu caminho
No próprio espinho que semeei
Espinas de la Vida
(Si en cada vida hay un destino
Cada destino es una luz
Y caminando por este mundo
Voy cargando mi cruz)
Si en cada vida hay un destino
En mi vida llevo el mío
Abandonado vivo vagando
Cumpliendo la señal que Dios me dio
(Si unos cantando disfrazan los aires
Otros recuerdan su gran amor
Apasionado escribo en versos
Mi pena y mi dolor)
Cuanto más canto más padezco
Y no olvido mi gran amor
Y la añoranza dentro del pecho
Va aumentando mi dolor
(Porque la mujer que más adoro
Me hace sufrir amargamente
Sufriré eternamente
Porque del amor estoy condenado)
Ella que tanto me acariciaba
Por un capricho la abandoné
Y hoy piso en mi camino
En la propia espina que sembré
Escrita por: Anacleto Rosas Jr. / Walter Amaral