Bravatas
Quem arquiteta tudo à sangue frio
Preenche os espaços e continua vazio
Pinta as nuvens do que o céu não é
E surfa na onda da falta de fé
Ele tem cartas no travesseiro
Tenta subornar os seus desejos
Com cinismo e conspiração
O egoísmo que guia a nação!
Gargalhadas cheias e vidas vazias
(Terror, comédia e melancolia)
Gargalhadas cheias e vidas vazias
(Quem é que aguenta isso todo dia?)
Paradas incertas, vidas contadas
Não sei se são ordens ou se são bravatas
Tenho medo do que virá
Ansiedade bate, é muito pra pensar!
Gargalhadas cheias e vidas vazias
(Terror, comédia e melancolia)
Gargalhadas cheias e vidas vazias
(Quem é que aguenta isso todo dia?)
Gargalhadas cheias, vidas sombrias
(Sepulturas cheias, barrigas vazias)
Gargalhadas cheias, vidas vazias
(Queimadas, cheias, fome e pandemia)
Gargalhadas cheias, vidas sombrias
(Quem é que aguenta isso todo dia?)
Gargalhadas cheias sem vida
Fanfarronerías
Quien planea todo con sangre fría
Llena los espacios y sigue vacío
Pinta las nubes de lo que el cielo no es
Y surfea en la ola de la falta de fe
Tiene cartas en la almohada
Intenta sobornar sus deseos
Con cinismo y conspiración
¡El egoísmo que guía la nación!
Risas llenas y vidas vacías
(Terror, comedia y melancolía)
Risas llenas y vidas vacías
(¿Quién aguanta esto todos los días?)
Paradas inciertas, vidas contadas
No sé si son órdenes o fanfarronerías
Tengo miedo de lo que vendrá
¡La ansiedad aprieta, es mucho para pensar!
Risas llenas y vidas vacías
(Terror, comedia y melancolía)
Risas llenas y vidas vacías
(¿Quién aguanta esto todos los días?)
Risas llenas, vidas sombrías
(Tumbas llenas, barrigas vacías)
Risas llenas, vidas vacías
(Incendios, llenas, hambre y pandemia)
Risas llenas, vidas sombrías
(¿Quién aguanta esto todos los días?)
Risas llenas sin vida
Escrita por: Hugo Arcanjo / João Norberto Neto / Pedro Leão