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Lluvia de Verano

Caio Zamba

Chuva de Verão

Fez calor
O calor subiu
Rompeu barreiras
Foi amor
O amor nem bem surgiu
Desceu ladeiras

Não sei não
Coração não escolhe em qual
Em qual tempestade vai se lançar
Por que é difícil esquecer
Águas que passaram

Eu não vim preparado pra me molhar
Em águas de amor eu não sei nadar
Não posso me lançar à este amor
(Mas tem)

Muita chuva pra ficar sozinho
Correnteza que leva como um rio
Tudo o que para pelo seu caminho
Não é capaz de levar sua lembrança de mim

Não era pra ser feito um trovão
Uma breve luz
Seguida da escuridão, da solidão
De uma rua deserta em plena chuva de verão

Evitei
Não consegui
Não me molhar
Fiz cair
Lágrimas de dor
Lágrimas de amar

Percebi
Que fugir do amor
É mais difícil do que correr atrás do vento
E tudo acontece por que tem que acontecer
É tudo natural

E se o guarda chuva não quiser se abrir
Será então minha única opção
Me render, me entregar a este amor
(Mas mesmo assim tem)

Muita chuva pra ficar sozinho
Correnteza que leva como um rio
Tudo o que para pelo seu caminho
Não é capaz de levar sua lembrança de mim

Não era pra ser feito um trovão
Uma breve luz
Seguida da escuridão, da solidão
De uma rua deserta em plena chuva de verão

Lluvia de Verano

Hizo calor
El calor subió
Rompió barreras
Fue amor
El amor ni siquiera surgió
Bajó por las laderas

No sé, no
El corazón no elige en cuál
En cuál tormenta se lanzará
Porque es difícil olvidar
Aguas que pasaron

No vine preparado para mojarme
En aguas de amor no sé nadar
No puedo lanzarme a este amor
(Pero hay)

Mucha lluvia para quedarse solo
Corriente que arrastra como un río
Todo lo que se detiene en su camino
No puede llevar tu recuerdo de mí

No era para ser como un trueno
Una breve luz
Seguida de la oscuridad, de la soledad
De una calle desierta en plena lluvia de verano

Evité
No pude
No mojarme
Hice caer
Lágrimas de dolor
Lágrimas de amar

Me di cuenta
Que huir del amor
Es más difícil que correr tras el viento
Y todo sucede porque tiene que suceder
Es todo natural

Y si el paraguas no quiere abrirse
Será entonces mi única opción
Rendirme, entregarme a este amor
(Pero aún así hay)

Mucha lluvia para quedarse solo
Corriente que arrastra como un río
Todo lo que se detiene en su camino
No puede llevar tu recuerdo de mí

No era para ser como un trueno
Una breve luz
Seguida de la oscuridad, de la soledad
De una calle desierta en plena lluvia de verano

Escrita por: Caio Zamba