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Esclavo del Amor Perdido

Cambota e Rosselito

Escravo do Amor Perdido

Uma nuvem negra
Em meu céu eu vi nascer
Fazendo escurecer
Todo o meu caminho

Já não tenho mais
Seus lábios de mel
Melhor coquetel
Em termos de carinho

Agora sinto frio
Sozinho em minha cama
Uma voz que me chama
Desperta o sono meu

Lá fora não tem nada
Meu bem está ausente
É o meu subconsciente
Que não me esqueceu

O meu pequeno império
Que foi meu céu na terra
E tudo bom que era
Ao nada se resume

Carrego em minha alma
A marca do desgosto
Meu bem está com outro
Me matando de ciúme

Perdi o meu reinado
Tomaram o meu castelo
E tudo que era belo
Restou melancolia

Fui rei, virei escravo
De outra majestade
A chibata da saudade
Me corta noite e dia

Esclavo del Amor Perdido

Una nube negra
En mi cielo vi nacer
Haciendo oscurecer
Todo mi camino

Ya no tengo más
Tus labios de miel
Mejor cóctel
En términos de cariño

Ahora siento frío
Solo en mi cama
Una voz que me llama
Despierta mi sueño

Afueras no hay nada
Mi amor está ausente
Es mi subconsciente
Que no me olvida

Mi pequeño imperio
Que fue mi cielo en la tierra
Y todo lo bueno que era
Se resume en nada

Cargo en mi alma
La marca del desgusto
Mi amor está con otro
Matándome de celos

Perdí mi reinado
Tomaron mi castillo
Y todo lo que era bello
Quedó en melancolía

Fui rey, me volví esclavo
De otra majestad
El látigo de la añoranza
Me corta noche y día

Escrita por: Praense