Adeus (part. Gabriel do Valle)
Ontem tu me disse adeus
Ontem tu me disse adeus
Hoje queria ser meu
Tô pra entender o que aconteceu, baby
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
Senti a vida escorregar por dedos meus
Vivi pra entender
Eu não quero o que não é meu
Efêmera coragem que um dia me bateu
Se isso é tão forte assim
Esse teu olhar não é de adeus
Tô prezando por aquilo que tu lembra e não disfarça
A felicidade fica logo estampada na tua cara
Tudo aquilo que eu te disse frente a frente
E te deixou sem graça
Não se esconda, tampouco se faça
Ontem tu me disse adeus
Hoje queria ser meu
Tô pra entender o que aconteceu, baby
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
Ontem tu me disse adeus
Hoje queria ser meu
Tô pra entender o que aconteceu, baby
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
Nem eu
Vou te explicar (ó)
Bebendo minhas frustrações
Em meio a tantas ilusões
Se partem corações
Nossos corpos em fusões, baby
Depois são trilhões e trilhões de histórias
Seu brilho no olhar já não me sai da memória
Sabíamos que um dia eu ia embora (e agora?)
Sem dar satisfação eu fui
Outrora, eu passo na sua casa
E digo: Vamo embora
Não precisa de nada
Cê tá linda
Não demora
Eu me perdi nos versos quando ela me ligou
Preta, me desculpa
Meu celular só chamou
Não quis atender dessa vez, não
Vou esquentar no copo
E esfriar o coração
Aquece no pulmão
Não vou dizer que não
Futuro prometido, dessa vez desilusão
Ontem tu me disse adeus
Hoje queria ser meu
Tô pra entender o que aconteceu, baby
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
Ontem tu me disse adeus
Hoje queria ser meu
Tô pra entender o que aconteceu, baby
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
Ontem eu te disse adeus
Até queria ser seu
Não deu
Meu corpo estremeceu ao dividir com você
Coisas que a minha mente não vai esquecer
(Nem eu, nem eu, nem eu)
Adiós (parte Gabriel del Valle)
Ayer me dijiste adiós
Ayer me dijiste adiós
Hoy quería ser mía
Puedo ver lo que pasó, nena
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
Sentí la vida deslizándose por mis dedos
He vivido para entender
No quiero lo que no es mío
Valor efímero que una vez me golpeó
Si es tan fuerte
Esa mirada tuya no es una despedida
Aprecio lo que recuerdas y no me disfrazo
La felicidad está justo en tu cara
Todo lo que te dije cara a cara
Y te hizo sin gracia
No te escondas, no lo hagas
Ayer me dijiste adiós
Hoy quería ser mía
Puedo ver lo que pasó, nena
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
Ayer me dijiste adiós
Hoy quería ser mía
Puedo ver lo que pasó, nena
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
Yo tampoco
Te lo explicaré (oh)
Bebiendo mis frustraciones
En medio de tantas ilusiones
Corazones se rompen
Nuestros cuerpos en fusiones, nena
Entonces son trillones y trillones de historias
Tu brillo en tus ojos ya no deja mi memoria
Sabíamos que un día me iba (¿y ahora qué?)
Sin dar satisfacción fui
Érase una vez, me paso por su casa
Y yo digo: «Vamos
No necesitas nada
Te ves hermosa
No se demore
Me perdí en los versos cuando me llamó
Negro, lo siento
Mi teléfono celular acaba de llamar
No quería responder esta vez, no
Lo calentaré en el vaso
Y enfriar el corazón
Se calienta en el pulmón
No voy a decir que no
Prometida futuro, esta vez decepción
Ayer me dijiste adiós
Hoy quería ser mía
Puedo ver lo que pasó, nena
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
Ayer me dijiste adiós
Hoy quería ser mía
Puedo ver lo que pasó, nena
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
Ayer me despedí de ti
Incluso quería ser tuyo
No fue así
Mi cuerpo se estremeció cuando me separé contigo
Cosas que mi mente no olvidará
(No yo, no yo, no yo)