Sobre Mistérios Velados
Eu que decidi
Te ver por aí,
Andando só
Qual esse porém?
Em que caminho andar
À meia luz?
Sem se levantar,
Passou em minha porta
Pra me dizer:
“Já supôs a vã filosofia,
De mistérios, descrições veladas.
Seu silêncio grita em meus ouvidos.
E as aspas são então, fechadas”.
De lembranças mil,
Esqueço dessa pressa
Que me atrasou
Prometo dessa vez,
Deixar você sonhar
E livre pra esperar
Que o sol toda manhã
Abra sua janela,
Pra lhe dizer:
“Já supôs a vã filosofia,
De mistérios, descrições veladas.
Seu silêncio grita em meus ouvidos.
E as aspas são então, fechadas”
Sobre Misterios Velados
Yo que decidí
Verte por ahí,
Caminando solo
¿Qué pasa entonces?
¿En qué camino andar
A media luz?
Sin levantarse,
Pasó por mi puerta
Para decirme:
'Ya has supuesto la vana filosofía,
De misterios, descripciones veladas.
Tu silencio grita en mis oídos.
Y las comillas son entonces, cerradas'.
De mil recuerdos,
Olvido esta prisa
Que me retrasó.
Prometo esta vez,
Dejarte soñar
Y libre para esperar.
Que el sol cada mañana
Abra tu ventana,
Para decirte:
'Ya has supuesto la vana filosofía,
De misterios, descripciones veladas.
Tu silencio grita en mis oídos.
Y las comillas son entonces, cerradas'
Escrita por: João Alberto Redondo / Maurício Redondo