Cunhã Poranga Yaci
(Uerêra hê, uerêra hê, uerêra hê)
(Soberana cunhã, soberana cunhã, eleicram)
Com a leveza da garça morena
E sutileza da felina mulher
Seu corpo tez de mormaço
Suor e emoção
Vem cunhã-poranga dançar
(Girando no lindo bailado)
Cunhã-poranga yaci
Desliza teus passos no chão
(Dança, dança, dança!)
Surge nas brumas
A mais bela guerreira (cunhã-poranga)
Brilho do luar
Em sua evolução revela
Seu poder com os tambores da terra
Vem batendo os pés
No rito das flautas sagradas
Encantada cunhã
Giram pernas, entrelaçam no ar
(Cunhã-poranga)
Arco, flecha, tacape na mão
Segredos revelam no olhar
Soberana dobra os joelhos
Faz vibrar essa nação
(Cunhã-poranga yaci)
Dança índia guerreira
(Cunhã-poranga yaci)
No ritual da aldeia
(Pele pintada pra guerra)
Guardiã da floresta
(Cunhã-poranga yaci)
O encanto da tribo
(Cunhã-poranga yaci)
Joia de tucumã
(Nativa tupinambarana)
Amor moreno de paixão
(Soberana cunhã, soberana cunhã, eleicram)
Dijo Cunhã Poranga
(Uerêra hê, uerêra hê, uerêra hê)
(Soberano cunhã, soberano cunhã, eleicram)
Con la ligereza de la garza morena
Y sutileza de la mujer felina
La tez de tu cuerpo
Sudor y emoción
Ven a bailar cunhã-poranga
(Girando en el hermoso ballet)
Cunhã-poranga yaci
Desliza tus pasos en el piso
(¡Baila Baila Baila!)
Aparece en las brumas
El guerrero más bello (cunhã-poranga)
Brillo de luz de luna
En su evolución revela
Su poder con los tambores de la tierra
Ven pisoteando tus pies
En el rito de las flautas sagradas
Cuña encantada
Girar las piernas, entrelazarse en el aire
(Cunhã-poranga)
Arco, flecha, garrote en mano
Secretos revelados en los ojos
Soberano dobla las rodillas
Hace que esta nación vibre
(Cunhã-poranga yaci)
Danza guerrera india
(Cunhã-poranga yaci)
En el ritual del pueblo
(Piel pintada para la guerra)
Guardián del bosque
(Cunhã-poranga yaci)
El encanto de la tribu
(Cunhã-poranga yaci)
Joya de Tucumã
(Tupinambarana nativo)
Amor morena apasionada
(Soberano cunhã, soberano cunhã, eleicram)
Escrita por: José Augusto Cardoso / Mailzon Mendes / Alex Pontes