Madeira Sem Lei
Araçá, Pau-pereira, Mangueira, Jaborandi, Oiti, Juá
Tucumã, Caúna, Maria - Faceira, Guarita
Pau-Brasil, reclama o direito à nossa terra mãe
Que é pranto só
Gravatá, Jatobá, Caóba, Candeia, Aguaí, Guêta
Buriti, Ingá, Sumaúma e Jequitibá
Das raízes, cravadas no peito dessa terra mãe
Já se cansam de clamar
Sangue, é seiva que corre pungente no fio do machado
É mancha que cresce doente pra todos os lados
Sem sombra
Tomba, madeira sem lei nem perdão
Pelas mãos dos atrozes
É chegada, é a hora hora dos homens
Erguerem as vozes
Para a matança acabar
E a moto-serra pararem
Madeira Sin Ley
Araçá, Pau-pereira, Mangueira, Jaborandi, Oiti, Juá
Tucumã, Caúna, Maria - Coqueta, Guarita
Pau-Brasil, reclama el derecho a nuestra tierra madre
Que es solo llanto
Gravatá, Jatobá, Caoba, Candeia, Aguaí, Guêta
Buriti, Ingá, Sumaúma y Jequitibá
De las raíces, clavadas en el pecho de esta tierra madre
Ya se cansan de clamar
Sangre, es savia que corre punzante en el filo del hacha
Es mancha que crece enferma por todos lados
Sin sombra
Caen, madera sin ley ni perdón
Por las manos de los atroces
Es la hora, la hora de los hombres
Levantar sus voces
Para que la matanza termine
Y las motosierras se detengan