Paraná
Eu vejo refletir nos teus segredos
Eu tento daqui
Um ver de espelhos caminhar
É Iguaçu, Ivaí, Paranapanema
Itararé, Piquiri
É Iracema
Te espero voltar pro Tibagi
Pra bem além-mar
Verde cobrir-te ninar
Ventos do sul, Irati
Paranapanema
Capivari, Guarani
É Iracema
Eu vejo um negro céu de estrelas
O chão roxo ou grená
Não há poder que me vença
Se tua força eu souber invocar
Paraná (é a força das águas)
Paranã (dos seus braços o mar)
Pra Nanã (que é raiz e é terra)
Paranuê
Paraná
Yo veo reflejarse en tus secretos
Intento desde aquí
Un ver de espejos caminar
Es Iguaçu, Ivaí, Paranapanema
Itararé, Piquiri
Es Iracema
Te espero volver al Tibagi
Más allá del mar
Verde cubrirte arrullar
Vientos del sur, Irati
Paranapanema
Capivari, Guarani
Es Iracema
Yo veo un cielo negro de estrellas
El suelo púrpura o granate
No hay poder que me venza
Si tu fuerza sé invocar
Paraná (es la fuerza de las aguas)
Paranã (de sus brazos el mar)
Pra Nanã (que es raíz y es tierra)
Paranuê
Escrita por: Ítalo Lencker / Carla Casarim / Paulo Vitor Poloni