Porteira da Saudade
Velha porteira que por todos esses anos
Você vive alimentando antiga recordação
Você faz parte de um passado de alegria
Eu cantava, eu sorria com as batidas no mourão
Cada batida que de longe eu escutava
Minha alma se alegrava na esperança de rever
Alguém que um dia me deixou e foi embora
E eu fiquei aqui sozinho esperando por você
Agora resta a esse matuto esperar
E a viola dedilhar sozinho tocando tristes canções
Peco ao tempo que tenha piedade
Não corroa os mourões da porteira da saudade
Velha porteira
Porteira amiga
Ela foi embora e aqui não mais voltou
Velha porteira
Porteira amiga
Chora comigo a saudade que ficou
Velha porteira vivo sempre a esperar
Por você ela passar e, com ela, o nosso amor
Peco ao meu Deus que de forca a este peito
E perdoe este sujeito que na vida fraquejou
Nossa casinha que hoje tá tão vazia
Já foi farta de alegria e sorrisos sem igual
Eu fui culpado. Oh, meu Deus! Peco desculpas
Por ser fraco nessa luta. Me alivia desse mal
Agora resta a esse matuto esperar
E a viola dedilhar sozinho tocando tristes canções
Peco ao tempo que tenha piedade
Não corroa os mourões da porteira da saudade
Velha porteira
Porteira amiga
Ela foi embora e aqui não mais voltou
Velha porteira
Porteira amiga
Chora comigo a saudade que ficou
Porteira de la Nostalgia
Vieja tranquera que durante todos estos años
Sigues alimentando viejos recuerdos
Eres parte de un pasado de alegría
Yo cantaba, sonreía con los golpes en el poste
Cada golpe que escuchaba a lo lejos
Mi alma se alegraba con la esperanza de volver a ver
A alguien que un día me dejó y se fue
Y yo me quedé aquí solo esperando por ti
Ahora le toca a este campesino esperar
Y tocar la guitarra solo, interpretando canciones tristes
Pido al tiempo que tenga piedad
Que no corroa los postes de la tranquera de la nostalgia
Vieja tranquera
Tranquera amiga
Ella se fue y aquí ya no regresó
Vieja tranquera
Tranquera amiga
Llora conmigo la nostalgia que quedó
Vieja tranquera, siempre esperando
Que pases por aquí y con ello, nuestro amor
Pido a mi Dios que dé fuerzas a este corazón
Y perdone a este tipo que flaqueó en la vida
Nuestra casita que hoy está tan vacía
Solía estar llena de alegría y sonrisas sin igual
Fui culpable. ¡Oh, mi Dios! Pido perdón
Por ser débil en esta lucha. Alívienme de este mal
Ahora le toca a este campesino esperar
Y tocar la guitarra solo, interpretando canciones tristes
Pido al tiempo que tenga piedad
Que no corroa los postes de la tranquera de la nostalgia
Vieja tranquera
Tranquera amiga
Ella se fue y aquí ya no regresó
Vieja tranquera
Tranquera amiga
Llora conmigo la nostalgia que quedó
Escrita por: Carlinhos Oliveira / André Oliveira / Zu do Pinho