Doze Meses Por Ano
Garrafas vazias todos estão vendo
Não foi outra pessoa, fui eu que esvaziei
Aquele cinzeiro cheio de bitucas
São os cigarros que também fumei.
Hoje estou brindando a minha tristeza
Aqui neste bar eu quero amanhecer
Não me interessa o que virá depois
Só sei que esta noite eu quero beber.
Dize que a bebida não cura paixão
E nem traz de volta o amor de ninguém
Enquanto ela beija o boca de outro
Eu beijo na boca do copo também.
Fico irritado quando alguém me diz
Que o meu rival não passa de um vagabundo
Cheguei ao ponto de perceber
Que não tive valor pro meu bem nenhum segundo.
Perguntam a mim mesmo onde foi que errei
Por ela me deixar neste triste abandono
Pois constante mente estou apaixonado
Vou beber sem parar doze meses por ano.
Doce Meses Por Año
Botellas vacías todos están viendo
No fue otra persona, fui yo quien las vacié
Ese cenicero lleno de colillas
Son los cigarrillos que también fumé.
Hoy estoy brindando por mi tristeza
Aquí en este bar quiero amanecer
No me importa lo que vendrá después
Solo sé que esta noche quiero beber.
Dicen que la bebida no cura el amor
Ni trae de vuelta el amor de nadie
Mientras ella besa la boca de otro
Yo beso la boca del vaso también.
Me molesto cuando alguien me dice
Que mi rival no es más que un vago
He llegado al punto de darme cuenta
Que no tuve valor para mi bien ni un segundo.
Pregunto a mí mismo dónde fue que fallé
Por dejar que me abandone en esta tristeza
Pues constantemente estoy enamorado
Voy a beber sin parar doce meses por año.
Escrita por: Baduy / Bandeirante / Orivaldo Soriano