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Apenas tú

Carlos Galhardo

Apenas tu

Pelos jardins fatais do amor
Em ânsias loucas
Desabrocharam para mim
Formosas bocas
Bocas divinas eu beijei
Mas as mulheres que eu amei
Para a grandeza do meu sonho
Foram poucas...

No meu viver não foram mais
Do que o presente
Apenas tu, ficaste indefinidamente
Raio de sol a iluminar
Numa saudade singular
As minhas tristes noites sem luar
Quando a luz dos teus olhos azuis
Inundou os meus olhos de luz

A aridez do meu triste caminho
Abriu-se em rosais sem espinho
O teu nome é uma terna canção
Uma linda e sublime oração
Que eu vivo a rezar bem baixinho
Oh, dona do meu coração!

Apenas tú

Por los jardines fatales del amor
En ansias locas
Florecieron para mí
Hermosas bocas
Bocas divinas besé
Pero las mujeres que amé
Para la grandeza de mi sueño
Fueron pocas...

En mi vida no fueron más
Que el presente
Apenas tú, quedaste indefinidamente
Rayo de sol iluminando
En una nostalgia singular
Mis tristes noches sin luna
Cuando la luz de tus ojos azules
Inundó mis ojos de luz

La aridez de mi triste camino
Se abrió en rosales sin espinas
Tu nombre es una tierna canción
Una hermosa y sublime oración
Que vivo rezando muy bajito
¡Oh, dueña de mi corazón!

Escrita por: Jorge Faraj / Roberto Martins