Salambô
Na tenda do guerreiro
As tochas alumiam
As sombras a dançar
Sitiando a cidadela
Seu vulto se ergue
Estranho a clamar
Salambô, ô, ô, ô
Escravo teu eu sou
Salambô, ô, ô, ô
O amor mandou
Assaltei num dia, Ziagos
Muros de Cartago
Para te alcançar
Mas invés do teu amor
A sombra do terror
Brilhava em teu olhar
Salambô,
És tu mulher
A quem hoje o meu sonho quer
Teu beijo, meu, jamais será
E a história se repetirá
Pobre de quem sonhou
Ó Salambô
Salambô
En la tienda del guerrero
Las antorchas iluminan
Las sombras bailan
Asediando la ciudadela
Su figura se alza
Extraño clamando
Salambô, ô, ô, ô
Tu esclavo soy
Salambô, ô, ô, ô
El amor ordenó
Asalté un día, Ziagos
Los muros de Cartago
Para alcanzarte
Pero en lugar de tu amor
La sombra del terror
Brillaba en tu mirada
Salambô,
Eres tú mujer
A quien mi sueño anhela hoy
Tu beso, mío, nunca será
Y la historia se repetirá
Pobre de aquel que soñó
Oh Salambô
Escrita por: Oswaldo Santiago / Paulo Barbosa