Veneno P'ra Dois
(Estribilho)
Pelo sim, pelo não, é melhor não querer
Pois quem tem coração vive sempre a sofrer
No princípio tão bom, diferente depois
E o amor se transforma num veneno p'rá dois
Um não querendo não existe briga
pois quem desiste não discute mais
De longe a gente é muito mais amiga
na opinião dos outros não desfaz
Você me deixe pois em liberdade
que há de ser muito melhor assim
Se perguntar por mim Dona Saudade
vá-lhe dizendo que esqueceu de mim (pelo sim)
(Estribilho)
O que hoje é declaração de guerra
ontem já foi declaração de amor
Dura tão pouco tudo nesta terra
Hoje está frio e ontem fêz calor
O sofrimento não nos dá medalha
Quem faz sofrer não deve ter amor
Vou desistir que sem haver batalha
não há vencido nem há vencedor (pelo sim)
(Estribilho)
Veneno para Dos
(Estribillo)
Puede que sí, puede que no, es mejor no querer
Porque quien tiene corazón siempre vive sufriendo
Al principio tan bueno, diferente después
Y el amor se convierte en un veneno para dos
Uno no queriendo, no hay pelea
Porque quien se rinde ya no discute más
A la distancia somos mucho más amigos
Según la opinión de los demás no se deshace
Déjame en libertad
que será mucho mejor así
Si alguien pregunta por mí, Señora Nostalgia
dile que me olvidó (puede que sí)
(Estribillo)
Lo que hoy es una declaración de guerra
ayer fue una declaración de amor
Todo dura tan poco en esta tierra
Hoy hace frío y ayer hacía calor
El sufrimiento no nos da medallas
Quien hace sufrir no debe tener amor
Voy a rendirme porque sin haber batalla
no hay vencidos ni vencedores (puede que sí)
(Estribillo)
Escrita por: Alberto Ribeiro / Braguinha