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No, No Es Así

Carreiro e Carreiinho

Não Não É Assim

Não, não é assim
Deste para outro o que me prometeu
Zombando de mim
Não, não vou perdoar
Ao ver disfarçada com os lábios molhados
E querer me beijar

Tu não mede o sacrifício
Que eu dedico a você
Amando quem não me quer
Desprezando meu querer

Tu dormes em minha cama
E vive do meu salário
Não é justo, queridinha
Que eu seja assim tão otário

Tu não mede o sacrifício
Que eu dedico a você
Amando quem não me quer
Desprezando meu querer

Tu dormes em minha cama
E vive do meu salário
Não é justo, queridinha
Que eu seja assim tão otário

Não, eu não vou querer
Um falso coração que vive para pecar
Entrega só por prazer
Não, não aceito não
Eu já lhe avisei que marido sim
Mas amante não

No, No Es Así

No, no es así
De uno a otro lo que me prometiste
Burlándote de mí
No, no voy a perdonar
Al verte disfrazada con los labios mojados
Y querer besarme

No valoras el sacrificio
Que te dedico
Amando a quien no me quiere
Despreciando mi deseo

Duermes en mi cama
Y vives de mi salario
No es justo, queridita
Que sea tan tonto

No valoras el sacrificio
Que te dedico
Amando a quien no me quiere
Despreciando mi deseo

Duermes en mi cama
Y vives de mi salario
No es justo, queridita
Que sea tan tonto

No, no voy a querer
Un falso corazón que vive para pecar
Entrega solo por placer
No, no acepto no
Ya te advertí que como esposo sí
Pero como amante no

Escrita por: Piauy / Valdemar Assunção