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La sonrisa de mi suegra

Carreiro e Carreiinho

Sorriso da Minha Sogra

Quando estou fazendo moda
Chego até fundir meu coco
Fico falando sozinho
Já pensaram que eu sou louco
Procurando frases nova
Como esta que achei a pouco
Se homem fosse dinheiro
Homem baixinho era troco

Conheço homem de fibra
Conheço homem sem classe
Eu conheço super-homem
Que era bom que não casasse
Homem nessas condições
Mulher não se aproximasse
Dizem que o chifre e o dente
Ele só dói quando nasce

O que mata o homem é o ciúme
O que mata galinha é o fogo
Dois inimigos do homem
É a cachaça e o jogo
Ri muito com esta frase
Que me disse o velho Diogo
Viúva e madeira verde
Chora, chora mas pega fogo

Pra mim não andar a pé
Até num porco eu monto
Eu gosto de andar bem cedo
Pra cuidar dos meus assunto
À noite não ando mesmo
Tenho medo de defunto
Tenho medo que me diga
Companheiro vamo junto

Quando eu chego numa festa
Animação é um colosso
Os homens vem me abraça
Mulher pula em meu pescoço
Casada não quero graça
Não como angu de caroço
Beijo de mulher casada
Tem gosto de chumbo grosso

Quem avisa amigo é
Eu conheço ela de sobra
Por trás daquele sorriso
Bobeou ela te logra
É preferível levar
Uma picada de cobra
Do que ter que enfrentar
O sorriso da minha sogra

La sonrisa de mi suegra

Cuando estoy haciendo moda
Llego a fundir mi coco
Me quedo hablando solo
Ya pensaron que estoy loco
Buscando frases nuevas
Como esta que encontré hace poco
Si el hombre fuera dinero
El hombre bajito sería cambio

Conozco hombres de fibra
Conozco hombres sin clase
Conozco superhombres
Que sería mejor que no se casaran
Hombres en esas condiciones
Mujeres no se acercarían
Dicen que el cuerno y el diente
Solo duelen cuando nacen

Lo que mata al hombre es los celos
Lo que mata a la gallina es el fuego
Dos enemigos del hombre
Son la cachaça y el juego
Me reí mucho con esta frase
Que me dijo el viejo Diogo
Viuda y madera verde
Llora, llora pero prende fuego

Para no andar a pie
Hasta en un cerdo me monto
Me gusta andar temprano
Para ocuparme de mis asuntos
Por la noche no ando
Tengo miedo a los difuntos
Tengo miedo que me diga
Compañero vamos juntos

Cuando llego a una fiesta
La animación es un coloso
Los hombres vienen a abrazarme
Las mujeres saltan a mi cuello
Casadas no quiero gracia
No como angu de caroço
El beso de una mujer casada
Sabe a plomo grueso

Quien avisa amigo es
La conozco de sobra
Detrás de esa sonrisa
Descuida, ella te engaña
Es preferible recibir
Una picadura de cobra
Que tener que enfrentar
La sonrisa de mi suegra

Escrita por: Carreirinho / Zé Batuta