Árias Para Folha de Ficus (part. Márcia Salomon)
É, não vem
Não vou
Deixa pra lá
Depois se vê
Você queima
E eu não ponho
A mão no fogo por você
Ter coragem de olhar
Pela última vez
E mentir calmamente
Quem sabe? Talvez
Como se a última vez
Ficasse pra outra vez
Você
Foi mais ou menos isso
Um susto louco
Ao dobre do crepúsculo
Como se meu corpo
Fosse todo-olvidos
Você foi mais ou menos isso
Loura nossa que estás no Sol
Superlampótico esteja vosso frasco
Venha a nós o vosso malte
Seja feito o vosso efeito
Assim na cuca como nos rins
O provolone nosso de cada dia nos dai hoje
E perdoai a qualidade da moela
Assim como da azeitona, da manjubinha etc
Não nos deixeis cair de cara no chão
E livrai-nos do bleargh, amen (doim)!
Não nos deixeis cair de cara no chão
E livrai-nos do bleargh, amen (doim)!
Árias Para Hojas de Higuera (part. Márcia Salomon)
É, no vengas
No lo haré
Déjalo estar
Después se verá
Tú te quemas
Y yo no pongo
La mano en el fuego por ti
Tener el coraje de mirar
Por última vez
Y mentir tranquilamente
Quién sabe? Quizás
Como si la última vez
Quedara para otra vez
Tú
Fue más o menos eso
Un susto loco
Al doblar del crepúsculo
Como si mi cuerpo
Fuera todo olvidos
Tú fuiste más o menos eso
Rubia nuestra que estás en el Sol
Superlámpotico esté vuestro frasco
Venga a nosotros vuestro malta
Hágase vuestro efecto
Así en la cabeza como en los riñones
Nuestro provolone de cada día danos hoy
Y perdona la calidad de la molleja
Así como de la aceituna, del manjubinha etcétera
No nos dejes caer de cara en el suelo
Y líbranos del bleargh, amén (doim)!
No nos dejes caer de cara en el suelo
Y líbranos del bleargh, amén (doim)!
Escrita por: Aldir Blanc / Cássio Gava