As Estações do Amor
Vejo, folhas, caem, das suas galhas como saem
Lágrimas dos olhos, rolam, lentas, é a primavera
Que foi bela pra ti
Lembra aquele verão em que a conheci?
Deixei seu nome e o meu, gravados em ti
Se o amor não se perde em vida ausente
Não se perderá em morte escura
Pois a alma viverá eternamente
Vejo o amor é um outono, cores que voltam flores que tentam
Se abrir a graça, divina passa, nesse alento
Da sua sombra aos teus pés
Lembra aquele verão em que a conheci?
Deixei seu nome e o meu, gravados em ti
Se o amor não se perde em vida ausente
Não se perderá em morte escura
Pois é feito de alma e sempre dura
Las Estaciones del Amor
Veo, hojas, caen, de sus ramas como salen
Lágrimas de los ojos, ruedan, lentas, es la primavera
Que fue hermosa para ti
¿Recuerdas aquel verano en que la conocí?
Dejé tu nombre y el mío, grabados en ti
Si el amor no se pierde en vida ausente
No se perderá en muerte oscura
Pues el alma vivirá eternamente
Veo que el amor es un otoño, colores que vuelven flores que intentan
Abrirse a la gracia, divina pasa, en este aliento
De tu sombra a tus pies
¿Recuerdas aquel verano en que la conocí?
Dejé tu nombre y el mío, grabados en ti
Si el amor no se pierde en vida ausente
No se perderá en muerte oscura
Pues está hecho de alma y siempre perdura
Escrita por: Cássio Marcelo