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Veneno

Casuarina

Peçonha

Seja razoável
E não me apresente mais uma versão
Se é da boca pra fora ou do coração
Tuas histórias já não merecem perdão
Guarde para si sua peçonha
Que as nossas fronhas já não se misturam em vão

Seja razoável
E não me apresente mais uma versão
Se é da boca pra fora ou do coração
Tuas histórias já não merecem perdão
Guarde para si sua peçonha
Que as nossas fronhas já não se misturam em vão

Nem no baú de roupa suja
Não fuja que ainda tenho peça pra lavar
Quem fala o que quer
Haja o que houver
Ouve o que vier
Sem direito a consulta

Pois a uma mulher
Não há que se dar colher de chá
Se não põe de certo uma postura adulta

É por isso que meu ouvido criou calo
Só escuta o que eu digo
E só faz o que eu falo
E o teu castigo é descer pelo ralo
Toda a tua argumentação

E a porta da rua é minha cortesia
Pois quem cria cobra
Acaba debaixo do chão (Seja razoável)

Que as nossas fronhas já não se misturam em vão

Nem no baú de roupa suja
Não fuja que ainda tenho peça pra lavar
Quem fala o que quer
Haja o que houver
Ouve o que vier
Sem direito a consulta

Pois a uma mulher
Não há que se dar colher de chá
Se não põe de certo uma postura adulta

É por isso que meu ouvido criou calo
Só escuta o que eu digo
E só faz o que eu falo
E o teu castigo é descer pelo ralo
Toda a tua argumentação

E a porta da rua é minha cortesia
Pois quem cria cobra
Acaba debaixo do chão

Pois quem cria cobra
Acaba debaixo do chão

Pois quem cria cobra
Acaba debaixo do chão

Veneno

Sé razonable
Y no me presentes otra versión
Si es de la boca para afuera o del corazón
Tus historias ya no merecen perdón
Guarda para ti tu veneno
Que nuestras almohadas ya no se mezclan en vano

Sé razonable
Y no me presentes otra versión
Si es de la boca para afuera o del corazón
Tus historias ya no merecen perdón
Guarda para ti tu veneno
Que nuestras almohadas ya no se mezclan en vano

Ni en el baúl de ropa sucia
No huyas que aún tengo prendas por lavar
Quien dice lo que quiere
Pase lo que pase
Escucha lo que venga
Sin derecho a consulta

Porque a una mujer
No hay que darle tregua
Si no adopta una actitud adulta

Es por eso que mi oído se ha endurecido
Solo escucha lo que digo
Y solo hace lo que ordeno
Y tu castigo es irse por el desagüe
Toda tu argumentación

Y la puerta de la calle es mi cortesía
Porque quien cría serpientes
Termina bajo tierra (Sé razonable)

Que nuestras almohadas ya no se mezclan en vano

Ni en el baúl de ropa sucia
No huyas que aún tengo prendas por lavar
Quien dice lo que quiere
Pase lo que pase
Escucha lo que venga
Sin derecho a consulta

Porque a una mujer
No hay que darle tregua
Si no adopta una actitud adulta

Es por eso que mi oído se ha endurecido
Solo escucha lo que digo
Y solo hace lo que ordeno
Y tu castigo es irse por el desagüe
Toda tu argumentación

Y la puerta de la calle es mi cortesía
Porque quien cría serpientes
Termina bajo tierra

Porque quien cría serpientes
Termina bajo tierra

Porque quien cría serpientes
Termina bajo tierra

Escrita por: João Cavalcanti