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Medalla Brasileña

Cativante e Continente

Medalha Brasileira

Viola de nossa terra
Faz parte da nossa história
Eu trago ela no peito
Nossa medalha de glória

Já foi além das fronteiras
Fez morada na memória
Me sinto herói de guerra
Ela me deu a vitória

Na alma do sertanejo
Ela já criou raiz
Viola que hoje entoa
A beleza do meu país

Pergunte aos violeiros
De norte a sul do Brasil
De leste até oeste
Não tem esse que não diz

A viola fandangueira
Atravessou pantanais
Tratada como rainha
Nos quatro pontos cardeais

E ela não é história
Não tem professor que diz
Viola que hoje entoa
A beleza do meu país

Na era da informática
Das coisas sofisticadas
O mundo inteiro preocupa
Com qualidade avançada

Porém a viola caipira
Tem vitória assegurada
Ela não tem sucessora
Nunca será superada

Medalha de brasileiro
Tenho ela e sou feliz
Viola que hoje entoa
A beleza do meu país

Medalla Brasileña

Guitarra de nuestra tierra
Es parte de nuestra historia
La llevo en el pecho
Nuestra medalla de gloria

Ha cruzado fronteras
Se ha alojado en la memoria
Me siento como un héroe de guerra
Ella me dio la victoria

En el alma del sertanejo
Ya ha echado raíces
La guitarra que hoy entona
La belleza de mi país

Pregunta a los violeiros
De norte a sur de Brasil
De este a oeste
No hay ninguno que no lo diga

La guitarra fandangueira
Ha cruzado pantanos
Tratada como reina
En los cuatro puntos cardinales

Y no es solo historia
No hay profesor que lo niegue
La guitarra que hoy entona
La belleza de mi país

En la era de la informática
De las cosas sofisticadas
El mundo entero se preocupa
Por la calidad avanzada

Pero la guitarra caipira
Tiene asegurada la victoria
No tiene sucesora
Nunca será superada

Medalla de brasileño
La tengo y soy feliz
La guitarra que hoy entona
La belleza de mi país

Escrita por: Continente / Pio Pereira / Sino Rocha