Memórias do Sertão
A flor do bem querer
É bem me quer mal me quer
Se me quiser sou feliz
Se não quiser bem me quer
Corre menina
Vai dizer à multidão
Lampião vem da serra
Com os seus cangasseiros
Eu apago o candieiro
Mas o que fazer com Lampião
Xote e baião
É xote e baião
É Carol filha de Carolina
Toda acesa no salão
Jogando o teu charme
Com sua mãe pra Gonzagão
O meu sertão é dotado
De poeta cantador
Que fazem da rimas seu versos
Rimas de paz e amor
O meu sertão é dotado
De poeta cantador
Que fazem da vida seus versos
De povo trabalhador
É Carol filha de Carolina
Toda acesa no salão
Jogando o teu charme
Com sua mãe pra Gonzagão
Recuerdos del Sertón
La flor del buen querer
Es bien me quiere mal me quiere
Si me quiere soy feliz
Si no quiere bien me quiere
Corre niña
Ve a decirle a la multitud
Lampião viene de la sierra
Con sus cangaceiros
Apago la lámpara
Pero qué hacer con Lampião
Xote y baião
Es xote y baião
Es Carol hija de Carolina
Toda encendida en el salón
Desplegando tu encanto
Con tu madre para Gonzagão
Mi sertón está dotado
De poetas cantores
Que convierten las rimas en versos
Rimas de paz y amor
Mi sertón está dotado
De poetas cantores
Que convierten la vida en versos
De un pueblo trabajador
Es Carol hija de Carolina
Toda encendida en el salón
Desplegando tu encanto
Con tu madre para Gonzagão