Filosofilha III
Desrespeitada como as mulheres de seu tempo
Subaproveitada por imbecis cabeça-de-vento
Toda esfrangalhada por governos falso-laicos
Nunca bem aceita pelos velhos teocráticos
Sempre apedrejada por tontos sem sentido
Esquecem que sem ela nunca poderiam comer os seus milhos
Até foi deturpada quando explodiram duas bombas atômicas
Mas nunca quis nos amargurar com esse gosto de amônia
Na época dos transgênicos
Negar o transgênero
Não faz nenhum sentido
No tempo dos genéricos
Até física quântica
Virou charlatanismo
Eu sou a força de um humilde conhecimento
Sei que quanto mais eu sei
Menos saber eu detenho
A efemeridade das minhas vidas
Revestidas em pesquisas
Parem de esquecer para que serve essa minha sina
Toda despida e rompida dos dinheiros que a sustentam
Nem mesmo seus amigos se entendem muito menos nem se aguentam
Entrava numa crise em que seus papeis se rasgam, se arrebentam
Um tombo que tem palmas de idiotas que conspiram e atormentam
Sempre apedrejada por tontos sem sentido
Esquecem que sem ela nunca poderiam ver seus filhos vivos
Até foi deturpada quando explodiram duas bombas atômicas
Mas nunca quis nos amargurar com esse gosto de amônia
Na era dos astrólogos
Museus em ruínas
É notícia de rotina
No momento dos ecólogos
Rios, matas, aves
Mata as aves, mata tudo!
Eu sou a força de um humilde conhecimento
Sei que quanto mais eu sei
Menos saber eu detenho
A efemeridade das minhas vidas
Revestidas em pesquisas
Parem de esquecer para que serve essa minha sina
Filosofilha III
Despreciada como las mujeres de su tiempo
Subutilizada por imbéciles cabezas huecas
Toda hecha trizas por gobiernos falso-laicos
Nunca bien aceptada por los viejos teocráticos
Siempre apedreada por tontos sin sentido
Olvidan que sin ella nunca podrían comer sus maíz
Hasta fue distorsionada cuando explotaron dos bombas atómicas
Pero nunca quiso amargarnos con ese sabor a amoníaco
En la época de los transgénicos
Negar lo transgénero
No tiene ningún sentido
En el tiempo de los genéricos
Hasta la física cuántica
Se volvió charlatanería
Yo soy la fuerza de un humilde conocimiento
Sé que cuanto más sé
Menos saber tengo
La efimeridad de mis vidas
Revestidas en investigaciones
Dejen de olvidar para qué sirve esta mi condena
Toda desnuda y rota de los dineros que la sostienen
Ni siquiera sus amigos se entienden, mucho menos se aguantan
Entraba en una crisis en la que sus papeles se rasgan, se rompen
Una caída que tiene aplausos de idiotas que conspiran y atormentan
Siempre apedreada por tontos sin sentido
Olvidan que sin ella nunca podrían ver a sus hijos vivos
Hasta fue distorsionada cuando explotaron dos bombas atómicas
Pero nunca quiso amargarnos con ese sabor a amoníaco
En la era de los astrólogos
Museos en ruinas
Es noticia de rutina
En el momento de los ecólogos
Ríos, selvas, aves
¡Mata las aves, mata todo!
Yo soy la fuerza de un humilde conocimiento
Sé que cuanto más sé
Menos saber tengo
La efimeridad de mis vidas
Revestidas en investigaciones
Dejen de olvidar para qué sirve esta mi condena